O Que Fazer Quando a Família Está Sob o Ataque do Inimigo
1 SAMUEL 30:1-20
INTRODUÇÃO
1. A vida familiar é um campo de guerra mais do que um parque de diversões. Há uma orquestração do mal contra a família. Torpedos mortíferos são lançados sobre a família. A família é o campo das batalhas mais rehidas que travamos.
2. Muitos casais têm sido espoliados, roubados e saqueados: 1) Do primeiro amor; 2) Diálogo – comunicação; 3) Romantismo; 4) Harmonia.
2. Muitos casais têm sido espoliados, roubados e saqueados: 1) Do primeiro amor; 2) Diálogo – comunicação; 3) Romantismo; 4) Harmonia.
3. O inimigo sempre que ataca a família procura atingir cinco áreas vitais:
a) Dinheiro – As maiores crises na família hoje são por causa de dinheiro. Há batalhas dentro do lar por causa de dinheiro. Gastamos hoje cinco vezes mais do que na década de 1950. O luxo de ontem é a necessidade do hoje. Compramos o que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para impressionar as pessoas que não conhecemos.
b) Filhos – Os filhos estavam nas mãos do inimigo. Um pai e um mãe não podem estar bem quando os filhos estão cativos nas mãos do inimigo.
c) Saúde – Davi estava angustiado. Doenças emocionais, psicossomáticas: depressão.
d) Casamento – As mulheres estavam cativas. Famílias arrebentadas.
e) Amizade – Os homens de Davi se voltaram contra ele e queriam apedrejá-lo.
a) Dinheiro – As maiores crises na família hoje são por causa de dinheiro. Há batalhas dentro do lar por causa de dinheiro. Gastamos hoje cinco vezes mais do que na década de 1950. O luxo de ontem é a necessidade do hoje. Compramos o que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para impressionar as pessoas que não conhecemos.
b) Filhos – Os filhos estavam nas mãos do inimigo. Um pai e um mãe não podem estar bem quando os filhos estão cativos nas mãos do inimigo.
c) Saúde – Davi estava angustiado. Doenças emocionais, psicossomáticas: depressão.
d) Casamento – As mulheres estavam cativas. Famílias arrebentadas.
e) Amizade – Os homens de Davi se voltaram contra ele e queriam apedrejá-lo.
4. Por que a família de Davi é atacada?
a) Cônjuges que não vigiam o casamento – caminham na direção do perigo, vivem flertando o pecado, dedicam muito tempo às coisas e quase nenhum a relacionamentos. Exemplo: o homem que estava se separando depois de 14 anos de vida conjugal, porque ele trabalhava das 6 às 17 e ela das 18 às 23h.
b) Pais que não vigiam os filhos – Eli, Davi, Águia.
c) Pessoas que não vigiam sua comunhão com Deus – vão ficando secos, áridos, sem alegria.
b) Pais que não vigiam os filhos – Eli, Davi, Águia.
c) Pessoas que não vigiam sua comunhão com Deus – vão ficando secos, áridos, sem alegria.
I.O ATAQUE DO INIMIGO À FAMÍLIA
1. Foi um ataque feroz – v. 1
· O diabo não brinca. Ele não tira férias, não descansa. Ele é maligno, assassino, ladrão, mentiroso, maligno.
· O inimigo tem feito estragos na família: muitos casais vivem juntos, mas sem amor; outros vivem juntos por causa dos filhos; outros vivem se espetando; filhos que são rebeldes.
· Um pastor: “Pastor, o diabo jogou lama na minha cara”.
· A mulher de vitória: “Pastor eu levei toda a minha família para o cemitério”.
· O inimigo tem feito estragos na família: muitos casais vivem juntos, mas sem amor; outros vivem juntos por causa dos filhos; outros vivem se espetando; filhos que são rebeldes.
· Um pastor: “Pastor, o diabo jogou lama na minha cara”.
· A mulher de vitória: “Pastor eu levei toda a minha família para o cemitério”.
2. O inimigo feriu a cidade – v. 1
· Há pessoas feridas dentro da família, da igreja.
· Há pessoas com mágoas: falta de perdão.
· A enfermeira: “Eu carrego uma alma ferida”
· Gente que não se perdoa. Que não supera os traumas do passado, os abusos.
· Há pessoas com mágoas: falta de perdão.
· A enfermeira: “Eu carrego uma alma ferida”
· Gente que não se perdoa. Que não supera os traumas do passado, os abusos.
3. O inimigo atingiu a família – v. 3,4
· Mulheres cativas
· Jovens cativos (Ex 8:25; 8:28; 10:10,11; 10:24,26).
· O lenço branco.
· Jovens cativos (Ex 8:25; 8:28; 10:10,11; 10:24,26).
· O lenço branco.
4. O inimigo jogou uns contra os outros – 6
· A transferência
· A murmuração
· A necessidade de jogar a culpa em alguém.
· A murmuração
· A necessidade de jogar a culpa em alguém.
5. O inimigo celebra suas vitórias contra nós – v. 16
· Sansão: a) quebrou seus votos de Nazireado; b) enganado, impotente, injuriado.
II. O QUE FAZER PARA RESTAURAR A FAMÍLIA
1. Deve haver uma reação de inconformação com o caos – v. 4
· Há pessoas que não reagem – Eli
· Gente que não crê em mudança – Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.
· Gente que não crê em mudança – Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.
2. Deve haver um choro profundo – v. 4
· Nós perdemos a capacidade de chorar.
· Estamos perdendo de goleada e não choramos.
· Jesus: Filhas de Jerusalém, chorai por vós mesmas e por vossos filhos.
· Davi chorou em público – Quem chora está dizendo que algo está errado.
· Neemias chorou – ao saber do opróbrio de Jerusalém.
· Jesus chorou – sobre Jerusalém.
· William Both – Experimente chorar!
· Tim Cimbala
· Estamos perdendo de goleada e não choramos.
· Jesus: Filhas de Jerusalém, chorai por vós mesmas e por vossos filhos.
· Davi chorou em público – Quem chora está dizendo que algo está errado.
· Neemias chorou – ao saber do opróbrio de Jerusalém.
· Jesus chorou – sobre Jerusalém.
· William Both – Experimente chorar!
· Tim Cimbala
3. Devemos nos reanimar em Deus – v. 6
· Não porque a situação é fácil, porque o inimigo é fraco, porque somos fortes, mas em Deus.
· Davi não ficou magoado com Deus. Ele não fugiu de Deus, Ele correu para Deus.
· A história de Sara.
· 4. ória de Sara.
· Davi não ficou magoado com Deus. Ele não fugiu de Deus, Ele correu para Deus.
· A história de Sara.
· 4. ória de Sara.
4. Devemos buscar a Deus em oração – v. 8
· Deus o que eu vou fazer? Me conformar? Aceitar passivamente a decretação da derrota?
· Você precisa restaurar o altar da oração que está em ruínas na sua vida, no seu lar.
· Você precisa restaurar o altar da oração que está em ruínas na sua vida, no seu lar.
5. Devemos agir com base nas promessas de Deus – v. 9
· Quem vive pela fé pisa no terreno dos milagres.
· Deus não promete ausência de luta, mas vitória certa.
· Davi saiu, lutou, venceu.
· Ilustração: O jogo não acabou.
· Deus não promete ausência de luta, mas vitória certa.
· Davi saiu, lutou, venceu.
· Ilustração: O jogo não acabou.
6. Devemos tomar de volta tudo o que o inimigo levou – v. 17-20
· Não deixe nada nas mãos do inimigo.
· Êxodo 10:26 – Nem uma unha ficará no Egito.
· Você não foi criado e salvo para ser um derrotado, um fracassado. Você foi chamado por Deus para ser um vencedor. Você é filho, herdeiro, a menina dos olhos de Deus. Você é filho do Rei.
· Não abra mão do seu casamento.
· Não abra mão dos seus filhos. Você não gerou filhos para o cativeiro. Seus filhos são filhos da promessa.
· Toma de volta o que Deus lhe deu!
· Êxodo 10:26 – Nem uma unha ficará no Egito.
· Você não foi criado e salvo para ser um derrotado, um fracassado. Você foi chamado por Deus para ser um vencedor. Você é filho, herdeiro, a menina dos olhos de Deus. Você é filho do Rei.
· Não abra mão do seu casamento.
· Não abra mão dos seus filhos. Você não gerou filhos para o cativeiro. Seus filhos são filhos da promessa.
· Toma de volta o que Deus lhe deu!
O Propósito de Deus Para a Família
"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela" (Salmo 127:1).
Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.
Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora "Lar, Doce Lar" não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.
Haver uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?
A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.
Haver uma solução? Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias? Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento? Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?
A resposta para todas estas perguntas é SIM! As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.
O Propósito Básico de Deus para a Família
Quando temos dificuldade com a geladeira, entendemos que o fabricante, que escreveu o manual do usário, sabe mais sobre o aparelho do que nós. Lemos o manual para resolver o problema. Quando vemos tantos problemas nas famílias de hoje, só faz sentido que nosso Criador, que escreveu o "manual do usuário", sabe mais a respeito da família do que nós. Precisamos ler o manual para achar como construir e manter bons lares. Encontramos estas instruções na Bíblia. Ela nos guia em cada aspecto do serviço a ele, incluindo a realização de nossos papéis na família.
Casamento
A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Romanos 7:1-3).
Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5).
Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4).
Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5).
Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4).
Filhos
Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gênesis 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Timóteo 5:14). Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá sérias conseqüências para as gerações vindouras.
Papéis Dados por Deus Dentro da Família
Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos.
Homens: Esposos e Pais
A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela". O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da "parte mais frágil" que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8).
Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles.
Mulheres: Esposas e Mães
Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2). As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5).
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
Filhos: Seguidores Obedientes
Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão:
1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5).
2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6).
1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do "crescimento", mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5).
2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6).
Lares Piedosos Nestes Dias?
É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos!
Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?
Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?
A Importância da Família
Cresci ouvindo meu pai citar (muitas e muitas vezes) o versículo: “Deus faz que o solitário viva em família” (Sl 68.6). A razão pela qual ele enfatizava tanto isso tem a ver com sua história. Ele cresceu em uma família que não servia a Jesus (quase todos vieram a se converter depois), de modo que, pela ausência de valores bíblicos, apresentou inúmeras deficiências. Meu avô paterno suicidou-se quando meu pai tinha apenas doze anos. O fato dele não ter morrido imediatamente após o autoenvenenamento ameniza um pouco a situação, uma vez que deu claras mostras de arrependimento no período de quase um dia que levou até que, infelizmente, morresse. Porém, mesmo antes da trágica morte de meu avô, o meu pai não tinha uma vida familiar exemplar; falta de afeto, rigidez excessiva na disciplina e muitos outros fatores contribuíram para grandes lacunas emocionais.
O fato é que meu pai cresceu não apenas sentindo a falta de uma família estruturada, mas, depois da conversão, deparou-se com o que, para ele, era mais do que uma promessa, era a revelação de um propósito divino: “Deus faz que o solitário viva em família”. De alguma forma, seja ao mencionar tanto esse versículo, ou ao ensinar outros princípios bíblicos para a família, meu pai conseguiu encher meu coração com um sentimento de muito valor para com a família. E, mesmo reconhecendo que o lar em que cresci não era perfeito, percebo que meu pai me fez acreditar e sonhar com o plano divino para a família. E entendo que muito do que o Senhor deseja fazer em nossas vidas depende do nosso entendimento acerca do valor da família.
Portanto, penso que a melhor forma de iniciar este livro seja destacando a importância que a família tem. Quero, contudo, enfatizar a importância da família na ótica espiritual, aos olhos de Deus e à luz do que a Bíblia ensina.
Muita gente só enxerga o valor emocional, sentimental da família; mas o problema desta avaliação é que a família somente é boa quando as circunstâncias respaldam tal sentimento. Quando há crise, problemas de relacionamento e uma série de outros fatores que contribuem para que as emoções se desgastem, o valor atribuído à família é seriamente comprometido. Atribuir à família apenas o valor sentimental pode ser algo muito traiçoeiro.
Precisamos ir além disso e entender o valor que o Pai Celestial agregou à família. E então, somente então, poderemos trabalhar o valor emocional permitindo que ele se alinhe ao que as Escrituras Sagradas nos ensinam. Portanto, para consolidar o conceito do valor familiar, quero discorrer sobre os princípios e valores bíblicos acerca da família.
Precisamos ir além disso e entender o valor que o Pai Celestial agregou à família. E então, somente então, poderemos trabalhar o valor emocional permitindo que ele se alinhe ao que as Escrituras Sagradas nos ensinam. Portanto, para consolidar o conceito do valor familiar, quero discorrer sobre os princípios e valores bíblicos acerca da família.
DEUS PENSA EM TERMOS DE FAMÍLIA
O Senhor não trata apenas com indivíduos, mas também com famílias. É claro que a salvação é individual, e a fé e a escolha (com suas consequências) também. O juízo vindouro também tem essa característica, e é por isso que a Palavra de Deus declara: “Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14.12). Contudo, quando falamos a respeito de propósito (não de responsabilidade), percebemos que a Bíblia apresenta um Deus que pensa em termos de famílias, e não apenas de indivíduos.
Quando o Senhor chamou o patriarca Abraão (na ocasião ainda chamado de Abrão), e fez com ele uma aliança, ainda que estivesse tratando com um indivíduo, estava também focando a família:
“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12.3)
Observe que o Senhor fala de multiplicar a família de Abrão com o propósito de abençoar TODAS as famílias da terra. Ou seja, Deus está prometendo abençoar uma família para, através dela, poder abençoar todas as demais famílias do planeta (em todas as épocas). É evidente que o Criador, em seus planos e propósitos para a humanidade, pensa em termos de família. Encontramos este padrão (salvação individual mas propósito familiar) nas histórias bíblicas. Basta recordar o que aconteceu com Noé:
“Porque eis que eu trago o dilúvio sobre a terra, para destruir, de debaixo do céu, toda a carne em que há espírito de vida; tudo o que há na terra expirará. Mas contigo estabelecerei o meu pacto; entrarás na arca, tu e contigo teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.” (Gênesis 6.17,18)
Noé chamou a atenção de Deus com sua integridade. Ele, sozinho, conseguiu isso. Mas o livramento se estendeu a toda a sua família. Vemos o mesmo com Ló:
“Então disseram os homens a Ló: Tens mais alguém aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens na cidade, tira-os para fora deste lugar; porque nós vamos destruir este lugar, porquanto o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo. Tendo saído Ló, falou com seus genros, que haviam de casar com suas filhas, e disse-lhes: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Mas ele pareceu aos seus genros como quem estava zombando. E ao amanhecer os anjos apertavam com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças no castigo da cidade. Ele, porém, se demorava; pelo que os homens pegaram-lhe pela mão a ele, à sua mulher, e às suas filhas, sendo-lhe misericordioso o Senhor. Assim o tiraram e o puseram fora da cidade. Quando os tinham tirado para fora, disse um deles: Escapa-te, salva tua vida; não olhes para trás de ti, nem te detenhas em toda esta planície; escapa-te lá para o monte, para que não pereças.” (Gênesis 19.12-17)
O que podemos dizer da família de Ló? Sua mulher, ao sair de Sodoma, olhou para trás (desobedecendo à ordem divina e demonstrando saudade daquele lugar) e foi julgada por Deus. Seus futuros genros não creram em sua mensagem e ainda zombaram dele. Suas filhas o embebedaram para cometer incesto. Você consegue enxergar uma grande justiça na vida destes familiares? Eu não! Aliás, vale ressaltar que quem foi chamado de justo pelas Escrituras foi o próprio Ló:
“Se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para exemplo aos que vivessem impiamente; e se livrou ao justo Ló, atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos [porque este justo, habitando entre eles, por ver e ouvir, afligia todos os dias a sua alma justa com as injustas obras deles]; também sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que já estão sendo castigados”. (2 Pedro 2.6-9)
Mas ainda que a salvação seja individual, Deus, em termos de propósito, também trata com as famílias. Continuamos encontrando este fato nas páginas do Novo Testamento:
“E ele nos contou como vira em pé em sua casa o anjo, que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras pelas quais serás salvo, tu e toda a tua casa.” (Atos 11.14)
“Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (Atos 16.30)
Precisamos compreender esse propósito divino para a família. Entender o projeto de Deus nos ajudará a discernir o valor que Ele atribui à família.
Quando o Senhor chamou o patriarca Abraão (na ocasião ainda chamado de Abrão), e fez com ele uma aliança, ainda que estivesse tratando com um indivíduo, estava também focando a família:
“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12.3)
Observe que o Senhor fala de multiplicar a família de Abrão com o propósito de abençoar TODAS as famílias da terra. Ou seja, Deus está prometendo abençoar uma família para, através dela, poder abençoar todas as demais famílias do planeta (em todas as épocas). É evidente que o Criador, em seus planos e propósitos para a humanidade, pensa em termos de família. Encontramos este padrão (salvação individual mas propósito familiar) nas histórias bíblicas. Basta recordar o que aconteceu com Noé:
“Porque eis que eu trago o dilúvio sobre a terra, para destruir, de debaixo do céu, toda a carne em que há espírito de vida; tudo o que há na terra expirará. Mas contigo estabelecerei o meu pacto; entrarás na arca, tu e contigo teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.” (Gênesis 6.17,18)
Noé chamou a atenção de Deus com sua integridade. Ele, sozinho, conseguiu isso. Mas o livramento se estendeu a toda a sua família. Vemos o mesmo com Ló:
“Então disseram os homens a Ló: Tens mais alguém aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens na cidade, tira-os para fora deste lugar; porque nós vamos destruir este lugar, porquanto o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo. Tendo saído Ló, falou com seus genros, que haviam de casar com suas filhas, e disse-lhes: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Mas ele pareceu aos seus genros como quem estava zombando. E ao amanhecer os anjos apertavam com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças no castigo da cidade. Ele, porém, se demorava; pelo que os homens pegaram-lhe pela mão a ele, à sua mulher, e às suas filhas, sendo-lhe misericordioso o Senhor. Assim o tiraram e o puseram fora da cidade. Quando os tinham tirado para fora, disse um deles: Escapa-te, salva tua vida; não olhes para trás de ti, nem te detenhas em toda esta planície; escapa-te lá para o monte, para que não pereças.” (Gênesis 19.12-17)
O que podemos dizer da família de Ló? Sua mulher, ao sair de Sodoma, olhou para trás (desobedecendo à ordem divina e demonstrando saudade daquele lugar) e foi julgada por Deus. Seus futuros genros não creram em sua mensagem e ainda zombaram dele. Suas filhas o embebedaram para cometer incesto. Você consegue enxergar uma grande justiça na vida destes familiares? Eu não! Aliás, vale ressaltar que quem foi chamado de justo pelas Escrituras foi o próprio Ló:
“Se, reduzindo a cinza as cidades de Sodoma e Gomorra, condenou-as à destruição, havendo-as posto para exemplo aos que vivessem impiamente; e se livrou ao justo Ló, atribulado pela vida dissoluta daqueles perversos [porque este justo, habitando entre eles, por ver e ouvir, afligia todos os dias a sua alma justa com as injustas obras deles]; também sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que já estão sendo castigados”. (2 Pedro 2.6-9)
Mas ainda que a salvação seja individual, Deus, em termos de propósito, também trata com as famílias. Continuamos encontrando este fato nas páginas do Novo Testamento:
“E ele nos contou como vira em pé em sua casa o anjo, que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras pelas quais serás salvo, tu e toda a tua casa.” (Atos 11.14)
“Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (Atos 16.30)
Precisamos compreender esse propósito divino para a família. Entender o projeto de Deus nos ajudará a discernir o valor que Ele atribui à família.
BÊNÇÃOS FAMILIARES
Vimos em Gênesis 12.1-3 que, no plano de Deus, a família tanto é abençoada como também é abençoadora. O Senhor disse que abençoaria a Abraão e sua descendência (família) e que, através da família do patriarca, todas as demais famílias da terra seriam abençoadas.
É interessante notar que, na Bíblia, sempre que Deus abençoa alguém, também abençoa a sua família. Vemos isso na vida de Potifar, capitão da guarda do Faraó: “Desde que o pôs como mordomo sobre a sua casa e sobre todos os seus bens, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor estava sobre tudo o que tinha, tanto na casa como no campo” (Gn 39.5).
Também vemos o mesmo com as parteiras que, por temor a Deus, desobedeceram a ordem do Faraó de lançar no rio Nilo os recém-nascidos dos hebreus que eram do sexo masculino: “Também aconteceu que, como as parteiras temeram a Deus, ele lhes estabeleceu as casas” (Êx 1.21).
As Escrituras também enfatizam isso acerca de Obede-Edom: “E ficou a arca do Senhor três meses na casa de Obede-Edom, o gitita, e o Senhor o abençoou e a toda a sua casa” (2 Sm 6.12).
Há uma evidente relação entre as bênçãos divinas e a família. Uma das primeiras bênçãos mencionadas como consequência da obediência ao Senhor em Deuteronômio 28 é “bendito o fruto do teu ventre” (v.4).
Quem pregou na cerimônia do meu casamento foi meu pai. Na ocasião, o pastor Juarez Subirá falou de um texto bíblico que cresci escutando ele mencionar, o Salmo 128. Veja os quatro primeiros versículos desse Salmo:
“Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.” (Salmo 128.1-4)
Deus fala de prosperidade material e da família. E depois de falar da bênção sobre a família de quem teme ao Senhor, o salmista enfatiza: “assim será abençoado o homem que teme ao Senhor”. A bênção da família parece vir até mesmo antes das outras:
“Sejam os nossos filhos, na sua mocidade, como plantas bem desenvolvidas, e as nossas filhas como pedras angulares lavradas, como as de um palácio. Estejam repletos os nossos celeiros, fornecendo toda sorte de provisões; as nossas ovelhas produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossos campos; os nossos bois levem ricas cargas; e não haja assaltos, nem sortidas, nem clamores em nossas ruas! Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor.” (Salmo 144.12-14)
Algo interessante que percebo nas Escrituras é que Deus não somente abençoa a família, mas também vê a própria família em si mesma como uma bênção oferecida aos homens:
“Deus faz que o solitário viva em família; liberta os presos e os faz prosperar; mas os rebeldes habitam em terra árida.” (Salmo 68.6)
“Ele faz com que a mulher estéril habite em família, e seja alegre mãe de filhos. Louvai ao Senhor.” (Salmo 113.9)
Durante muito tempo eu acreditei que o Senhor abençoava a família porque ela era importante para nós. Portanto, como forma de nos agradar, pelo valor que nós damos à família, o Pai Celeste a abençoava.
Contudo, descobri (e falarei disso mais adiante) que Deus não abençoa a família apenas por ser importante para nós. É muito mais do que isso, uma vez que a família é importante para Ele! E as bênçãos prometidas em todo o tempo sobre as famílias somente fortalecem esse conceito.
É interessante notar que, na Bíblia, sempre que Deus abençoa alguém, também abençoa a sua família. Vemos isso na vida de Potifar, capitão da guarda do Faraó: “Desde que o pôs como mordomo sobre a sua casa e sobre todos os seus bens, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor estava sobre tudo o que tinha, tanto na casa como no campo” (Gn 39.5).
Também vemos o mesmo com as parteiras que, por temor a Deus, desobedeceram a ordem do Faraó de lançar no rio Nilo os recém-nascidos dos hebreus que eram do sexo masculino: “Também aconteceu que, como as parteiras temeram a Deus, ele lhes estabeleceu as casas” (Êx 1.21).
As Escrituras também enfatizam isso acerca de Obede-Edom: “E ficou a arca do Senhor três meses na casa de Obede-Edom, o gitita, e o Senhor o abençoou e a toda a sua casa” (2 Sm 6.12).
Há uma evidente relação entre as bênçãos divinas e a família. Uma das primeiras bênçãos mencionadas como consequência da obediência ao Senhor em Deuteronômio 28 é “bendito o fruto do teu ventre” (v.4).
Quem pregou na cerimônia do meu casamento foi meu pai. Na ocasião, o pastor Juarez Subirá falou de um texto bíblico que cresci escutando ele mencionar, o Salmo 128. Veja os quatro primeiros versículos desse Salmo:
“Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.” (Salmo 128.1-4)
Deus fala de prosperidade material e da família. E depois de falar da bênção sobre a família de quem teme ao Senhor, o salmista enfatiza: “assim será abençoado o homem que teme ao Senhor”. A bênção da família parece vir até mesmo antes das outras:
“Sejam os nossos filhos, na sua mocidade, como plantas bem desenvolvidas, e as nossas filhas como pedras angulares lavradas, como as de um palácio. Estejam repletos os nossos celeiros, fornecendo toda sorte de provisões; as nossas ovelhas produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossos campos; os nossos bois levem ricas cargas; e não haja assaltos, nem sortidas, nem clamores em nossas ruas! Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Bem-aventurado o povo cujo Deus é o Senhor.” (Salmo 144.12-14)
Algo interessante que percebo nas Escrituras é que Deus não somente abençoa a família, mas também vê a própria família em si mesma como uma bênção oferecida aos homens:
“Deus faz que o solitário viva em família; liberta os presos e os faz prosperar; mas os rebeldes habitam em terra árida.” (Salmo 68.6)
“Ele faz com que a mulher estéril habite em família, e seja alegre mãe de filhos. Louvai ao Senhor.” (Salmo 113.9)
Durante muito tempo eu acreditei que o Senhor abençoava a família porque ela era importante para nós. Portanto, como forma de nos agradar, pelo valor que nós damos à família, o Pai Celeste a abençoava.
Contudo, descobri (e falarei disso mais adiante) que Deus não abençoa a família apenas por ser importante para nós. É muito mais do que isso, uma vez que a família é importante para Ele! E as bênçãos prometidas em todo o tempo sobre as famílias somente fortalecem esse conceito.
MANDAMENTOS FAMILIARES
Além das bênçãos sobre a família (que revelam o quanto o Senhor a aprecia e quer que vivamos o Seu melhor), encontramos na Palavra de Deus, também, a questão dos mandamentos familiares.
Desde que instituiu a família, o Criador a protegeu, dando aos homens leis que deveriam proteger a instituição chamada família. Nos Dez Mandamentos, temos dois deles diretamente ligados à questão familiar (a ordem de honrar os pais e a de não adulterar – sem contar o de não cobiçar a mulher do próximo). As Sagradas Escrituras estão repletas de mandamentos familiares – ordens divinas acerca da vida familiar.
Esses mandamentos, se obedecidos, trazem bênçãos sobre a vida daqueles que os praticam. Por outro lado, a quebra desses mandamentos, que denomino “pecados familiares”, também trarão consequências diferenciadas (falarei mais sobre isso num capítulo com o mesmo tema). A ordem divina de honrar os pais, por exemplo, é chamada de “o primeiro mandamento com promessa”:
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.” (Efésios 6.1-3)
Obedecer aos mandamentos que protegem a família nos farão ser bem-sucedidos em tudo e ainda aumentar nossos dias de vida. Prosperidade e longevidade num pacote só!
Os filhos devem a seus pais não apenas obediência, mas também honra. Ao se casarem, os filhos deixam pai e mãe e se unem ao seu cônjuge; isso põe fim à necessidade de obediência, mas não de honra:
“Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam eles primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus progenitores; porque isto é agradável a Deus.” (1 Timóteo 5.4)
Os filhos devem recompensar seus pais (que os criaram) quando esses chegam à velhice; devem suprir seus progenitores não só em suas necessidades materiais. Ainda que não devam mais a obediência de quando viviam sob seu teto, devem honra. Sempre!
Além dos mandamentos que determinam a conduta dos filhos para com os pais, também encontramos na Bíblia os mandamentos que determinam a conduta dos pais para com os filhos, especialmente a ordem de criá-los no temor do Senhor:
“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.” (Efésios 6.4)
“Que [o bispo] governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)” (1 Timóteo 3.4,5)
Também há mandamentos dados por Deus para os cônjuges. O marido deve amar sua mulher, honrá-la e trata-la de forma correta; a esposa deve submeter-se e respeitar seu marido:
“Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.” (Efésios 5.28)
“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” (Colossenses 3.19)
“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.” (Efésios 5.22-24)
Desde que instituiu a família, o Criador a protegeu, dando aos homens leis que deveriam proteger a instituição chamada família. Nos Dez Mandamentos, temos dois deles diretamente ligados à questão familiar (a ordem de honrar os pais e a de não adulterar – sem contar o de não cobiçar a mulher do próximo). As Sagradas Escrituras estão repletas de mandamentos familiares – ordens divinas acerca da vida familiar.
Esses mandamentos, se obedecidos, trazem bênçãos sobre a vida daqueles que os praticam. Por outro lado, a quebra desses mandamentos, que denomino “pecados familiares”, também trarão consequências diferenciadas (falarei mais sobre isso num capítulo com o mesmo tema). A ordem divina de honrar os pais, por exemplo, é chamada de “o primeiro mandamento com promessa”:
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.” (Efésios 6.1-3)
Obedecer aos mandamentos que protegem a família nos farão ser bem-sucedidos em tudo e ainda aumentar nossos dias de vida. Prosperidade e longevidade num pacote só!
Os filhos devem a seus pais não apenas obediência, mas também honra. Ao se casarem, os filhos deixam pai e mãe e se unem ao seu cônjuge; isso põe fim à necessidade de obediência, mas não de honra:
“Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam eles primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus progenitores; porque isto é agradável a Deus.” (1 Timóteo 5.4)
Os filhos devem recompensar seus pais (que os criaram) quando esses chegam à velhice; devem suprir seus progenitores não só em suas necessidades materiais. Ainda que não devam mais a obediência de quando viviam sob seu teto, devem honra. Sempre!
Além dos mandamentos que determinam a conduta dos filhos para com os pais, também encontramos na Bíblia os mandamentos que determinam a conduta dos pais para com os filhos, especialmente a ordem de criá-los no temor do Senhor:
“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.” (Efésios 6.4)
“Que [o bispo] governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)” (1 Timóteo 3.4,5)
Também há mandamentos dados por Deus para os cônjuges. O marido deve amar sua mulher, honrá-la e trata-la de forma correta; a esposa deve submeter-se e respeitar seu marido:
“Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.” (Efésios 5.28)
“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” (Colossenses 3.19)
“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.” (Efésios 5.22-24)
A FAMÍLIA EM NOSSA ESCALA DE VALORES
A escala de valores de muitos cristãos está desordenada. Alguns estão vivendo de modo desordenado porque não fazem a menor ideia do que as Escrituras ensinam a respeito do assunto; outros porque, mesmo tendo os valores e prioridades devidamente ordenados no conceito mental, não conseguem mantê-los na prática.
Para quem deseja viver no lugar correto de importância à família atribuída por Deus, a primeira coisa a ser feita é conhecer a escala de valores do ponto de vista de Deus, ou seja, aquilo que a Bíblia ensina. Depois, é lutar para fazer funcionar.
Para quem deseja viver no lugar correto de importância à família atribuída por Deus, a primeira coisa a ser feita é conhecer a escala de valores do ponto de vista de Deus, ou seja, aquilo que a Bíblia ensina. Depois, é lutar para fazer funcionar.
Deus em primeiro lugar
Não há nada, absolutamente nada, que possa ocupar o primeiro lugar de nossas vidas, a não ser Deus. O mandamento dado a Moisés foi lembrado e enfatizado pelo próprio Senhor Jesus:
“Aproximou-se dele um dos escribas que os ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.” (Marcos 12.28-31)
Amar ao Senhor de todo o nosso coração, alma, entendimento e forças, é colocá-lo em primeiro lugar nas nossas vidas. Jesus deixou bem claro a qualquer que quisesse segui-lo como discípulo, que deveria reconhecê-lo em primeiro lugar em suas vidas, na frente das pessoas que normalmente nos são as mais amadas e queridas:
“Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo. Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a tudo quanto possui, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.26,27 e 33)
O Senhor deve estar à frente dos pais, cônjuge, filhos e qualquer outro familiar. Ele deve ser o primeiro valor em nossa lista ou escala de prioridades. Deve vir antes de nossa própria vida. Deve vir antes de nossos bens ou qualquer outra coisa. Quando falamos sobre Deus vir antes, não é porque as coisas que nos dispomos a renunciar não têm mais lugar em nossas vidas; apenas elas vêm depois.
Por exemplo, se o meu cônjuge, incomodado com minha fé me dá um ultimato e me manda escolher entre ele ou o Senhor, me disponho a sacrificá-lo e ficar com Deus, pois Deus é o maior valor de minha vida. Mas se, mesmo não sendo cristão, meu cônjuge não se importa que eu busque ao Senhor, então ele passa a ser meu segundo maior valor ou prioridade (1 Co 7.12,13). O primeiro lugar de nossa vida, indiscutivelmente, é de Deus:
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6.33)
Repetindo: isso não quer dizer que as outras coisas não caibam em nossas vidas; tão somente que elas vêm depois de Deus.
“Aproximou-se dele um dos escribas que os ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.” (Marcos 12.28-31)
Amar ao Senhor de todo o nosso coração, alma, entendimento e forças, é colocá-lo em primeiro lugar nas nossas vidas. Jesus deixou bem claro a qualquer que quisesse segui-lo como discípulo, que deveria reconhecê-lo em primeiro lugar em suas vidas, na frente das pessoas que normalmente nos são as mais amadas e queridas:
“Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo. Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a tudo quanto possui, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.26,27 e 33)
O Senhor deve estar à frente dos pais, cônjuge, filhos e qualquer outro familiar. Ele deve ser o primeiro valor em nossa lista ou escala de prioridades. Deve vir antes de nossa própria vida. Deve vir antes de nossos bens ou qualquer outra coisa. Quando falamos sobre Deus vir antes, não é porque as coisas que nos dispomos a renunciar não têm mais lugar em nossas vidas; apenas elas vêm depois.
Por exemplo, se o meu cônjuge, incomodado com minha fé me dá um ultimato e me manda escolher entre ele ou o Senhor, me disponho a sacrificá-lo e ficar com Deus, pois Deus é o maior valor de minha vida. Mas se, mesmo não sendo cristão, meu cônjuge não se importa que eu busque ao Senhor, então ele passa a ser meu segundo maior valor ou prioridade (1 Co 7.12,13). O primeiro lugar de nossa vida, indiscutivelmente, é de Deus:
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6.33)
Repetindo: isso não quer dizer que as outras coisas não caibam em nossas vidas; tão somente que elas vêm depois de Deus.
Família em segundo lugar
Muita gente tem errado ao pensar que a igreja ou o ministério vem logo depois de Deus. Na verdade, a família vem em segundo lugar. Conheci, quando ainda era um adolescente, uma senhora (do interior de São Paulo) que disse que Deus a chamou para uma missão e desapareceu de casa por mais de um mês. Quando os irmãos da congregação perceberam o que estava acontecendo, tiveram que cuidar dos filhos dessa mulher, que não tinham o que comer e nem vestir. O marido estava furioso porque roupas chegaram a apodrecer no tanque enquanto a família aguardava ansiosa o término da “missão”. Isto é um absurdo! Uma mulher destas, ainda que se intitule missionária, não conhece a Bíblia. Até no caso de diminuir a intensidade do contato físico para se dedicar à oração, o casal deve estar em acordo (1 Co 7.5). Mas aquela mulher não consultou seu marido, e apenas disse: “Deus me chamou e eu estou indo”. E ainda por cima, dizia que o marido é que era um carnal ao ponto de não discernir a voz de Deus.
Como declarou D. L. Moody, o grande evangelista: “Acredito que a família foi estabelecida muito antes da igreja, e o meu dever é primeiro com minha família. Não devo negligenciar minha família”. Veja o que as Sagradas Escrituras ensinam acerca do lugar da família na nossa escala de valores:
“Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo.” (1 Timóteo 5.8)
Não há dúvida de que a família é nossa segunda prioridade depois de Deus. Se alguém negligenciar sua família por causa da igreja, do ministério, ou de qualquer outra coisa, por mais “espiritual” que pareça, estará contra a Palavra de Deus. Paulo disse que tal pessoa está negando a fé e é pior do que um incrédulo. Agora veja, o apóstolo estava falando com os crentes que iam à igreja mas estavam negligenciando o lar. Logo, concluímos que a família vem antes da igreja na nossa escala de valores. Há um outro texto que mostra claramente a família como uma prioridade antes da igreja e do ministério. É o conselho pastoral que Paulo queria estender a todos os ministros debaixo da supervisão de Timóteo:
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, …que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)” (1 Timóteo 3.2,4 e 5)
Observe que o homem de Deus deve ser exemplar quanto à sua família. Fiel à sua esposa, e governando bem sua casa e seus filhos; caso contrário, não poderá cuidar de igreja e ministério.
A Palavra de Deus não deixa a menor sombra de dúvida quanto ao lugar que nossa família deve ter na nossa escala de valores. Mas muitos cristãos têm negligenciado a sua família. Muitos pais que não dão tempo e atenção aos seus filhos se queixam de vê-los desviados, mas não se apercebem que estão andando em desordem. Há esposas perdendo seus maridos e vice-versa, porque não os colocaram no lugar certo na escala de valores. É hora de ordenarmos nossos passos e darmos atenção, honra e dedicação devidas à família.
Como declarou D. L. Moody, o grande evangelista: “Acredito que a família foi estabelecida muito antes da igreja, e o meu dever é primeiro com minha família. Não devo negligenciar minha família”. Veja o que as Sagradas Escrituras ensinam acerca do lugar da família na nossa escala de valores:
“Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo.” (1 Timóteo 5.8)
Não há dúvida de que a família é nossa segunda prioridade depois de Deus. Se alguém negligenciar sua família por causa da igreja, do ministério, ou de qualquer outra coisa, por mais “espiritual” que pareça, estará contra a Palavra de Deus. Paulo disse que tal pessoa está negando a fé e é pior do que um incrédulo. Agora veja, o apóstolo estava falando com os crentes que iam à igreja mas estavam negligenciando o lar. Logo, concluímos que a família vem antes da igreja na nossa escala de valores. Há um outro texto que mostra claramente a família como uma prioridade antes da igreja e do ministério. É o conselho pastoral que Paulo queria estender a todos os ministros debaixo da supervisão de Timóteo:
“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, …que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)” (1 Timóteo 3.2,4 e 5)
Observe que o homem de Deus deve ser exemplar quanto à sua família. Fiel à sua esposa, e governando bem sua casa e seus filhos; caso contrário, não poderá cuidar de igreja e ministério.
A Palavra de Deus não deixa a menor sombra de dúvida quanto ao lugar que nossa família deve ter na nossa escala de valores. Mas muitos cristãos têm negligenciado a sua família. Muitos pais que não dão tempo e atenção aos seus filhos se queixam de vê-los desviados, mas não se apercebem que estão andando em desordem. Há esposas perdendo seus maridos e vice-versa, porque não os colocaram no lugar certo na escala de valores. É hora de ordenarmos nossos passos e darmos atenção, honra e dedicação devidas à família.
Trabalho em terceiro lugar
É impressionante a facilidade com que nos levamos aos extremos. De um lado, temos na igreja pessoas que são viciadas em trabalho e cujas vidas não estão em ordem, pois desrespeitaram a escala bíblica de valores, pondo o trabalho em primeiro lugar. De outro, temos aqueles que relegaram ao trabalho o último lugar na sua escala de valores, ou que nem mesmo colocam o trabalho em suas prioridades.
Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do que o descrente (1 Tm 5.8), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas. Um cristão que não leva a sério o trabalho, ao ponto de deixar sua família passar necessidade, está violando os dois valores mais importantes que vêm logo depois de Deus.
O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio do homem sustentar sua casa e viver dignamente. Além disso, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado:
“Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”. (Efésios 4.28)
A Palavra de Deus também diz que aquele que não trabalha está andando desordenadamente, fora do plano divino:
“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão.” (2 Tessalonicenses 3.10-12)
O mandamento de Deus é claro: quem não trabalha, não deve ser sustentado pelos outros. Cada homem tem a obrigação e a responsabilidade de se envolver com o trabalho; isto não apenas o proverá quanto às suas necessidades, mas ocupará corretamente o seu tempo, livrando-o de outros problemas. Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (At 20.34).
Mesmo quando Deus chama alguém para o ministério de tempo integral – o que também é trabalho – deve-se ter a sensibilidade de reconhecer que, em determinados momentos, devido à falta de recursos, nada há de errado em se trabalhar em uma outra área até que a condição de sustento mude – foi isto o que aconteceu com Paulo em Corinto (At 18.1-5).
Na vida dos que se dedicam de tempo integral, o ministério se enquadra na prioridade “trabalho”. Jesus ao enviar seus discípulos para pregar e ministrar ao povo, aplicou a eles o termo “trabalhadores” e mencionou seu direito de salário, que é a recompensa legítima do trabalhador (Mt 10.7-10).
Alguns estudantes crentes não sabem onde devem colocar seus estudos nesta escala. Considerando que o estudo é um meio de profissionalização e preparo para melhores trabalhos, deve ser colocado no mesmo lugar que o trabalho. Porém, algumas famílias conseguem manter seus filhos somente estudando sem que trabalhem, mas a maioria não. Portanto, devemos aconselhar e encorajar nossos jovens que enfrentem a correria de exercer as duas atividades, pois, independentemente da necessidade financeira, o trabalho engrandece e amadurece a pessoa.
Se dermos o valor devido a cada uma destas atividades, mantendo-as em ordem na escala de valores e respeitando esta ordem em nosso dia a dia, deixaremos de ter muitos dos problemas que já tem nos incomodado. O trabalho tem o propósito de servir ao cuidado familiar; mas requer muita atenção e equilíbrio de nossa parte, uma vez que alguns, por se dedicar demais ao trabalho, acabam perdendo a própria família da qual deveriam cuidar, enquanto outros, por sua vez, negligenciam o cuidado básico.
Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do que o descrente (1 Tm 5.8), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas. Um cristão que não leva a sério o trabalho, ao ponto de deixar sua família passar necessidade, está violando os dois valores mais importantes que vêm logo depois de Deus.
O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio do homem sustentar sua casa e viver dignamente. Além disso, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado:
“Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”. (Efésios 4.28)
A Palavra de Deus também diz que aquele que não trabalha está andando desordenadamente, fora do plano divino:
“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão.” (2 Tessalonicenses 3.10-12)
O mandamento de Deus é claro: quem não trabalha, não deve ser sustentado pelos outros. Cada homem tem a obrigação e a responsabilidade de se envolver com o trabalho; isto não apenas o proverá quanto às suas necessidades, mas ocupará corretamente o seu tempo, livrando-o de outros problemas. Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (At 20.34).
Mesmo quando Deus chama alguém para o ministério de tempo integral – o que também é trabalho – deve-se ter a sensibilidade de reconhecer que, em determinados momentos, devido à falta de recursos, nada há de errado em se trabalhar em uma outra área até que a condição de sustento mude – foi isto o que aconteceu com Paulo em Corinto (At 18.1-5).
Na vida dos que se dedicam de tempo integral, o ministério se enquadra na prioridade “trabalho”. Jesus ao enviar seus discípulos para pregar e ministrar ao povo, aplicou a eles o termo “trabalhadores” e mencionou seu direito de salário, que é a recompensa legítima do trabalhador (Mt 10.7-10).
Alguns estudantes crentes não sabem onde devem colocar seus estudos nesta escala. Considerando que o estudo é um meio de profissionalização e preparo para melhores trabalhos, deve ser colocado no mesmo lugar que o trabalho. Porém, algumas famílias conseguem manter seus filhos somente estudando sem que trabalhem, mas a maioria não. Portanto, devemos aconselhar e encorajar nossos jovens que enfrentem a correria de exercer as duas atividades, pois, independentemente da necessidade financeira, o trabalho engrandece e amadurece a pessoa.
Se dermos o valor devido a cada uma destas atividades, mantendo-as em ordem na escala de valores e respeitando esta ordem em nosso dia a dia, deixaremos de ter muitos dos problemas que já tem nos incomodado. O trabalho tem o propósito de servir ao cuidado familiar; mas requer muita atenção e equilíbrio de nossa parte, uma vez que alguns, por se dedicar demais ao trabalho, acabam perdendo a própria família da qual deveriam cuidar, enquanto outros, por sua vez, negligenciam o cuidado básico.
De Geração a Geração
Existem algumas coisas que se transmitem dos pais para os filhos. Aparência física é uma delas. Sempre me disseram que eu sou a cara de meu pai! Também é comum ver filhos com o mesmo temperamento de um dos pais.
Alguns seguem a mesma profissão e aprendem os mesmos hábitos. Mas a Palavra de Deus nos ensina que outras coisas também podem ser transmitidas dos pais para os filhos:
O teu nome, SENHOR, subsiste para sempre; a tua memória, SENHOR, passará de geração em geração. (Salmo 135.13)
A Bíblia diz que o conhecimento a respeito de Deus é algo que também pode ser transmitido de geração em geração. Quando isso acontece, Deus é glorificado na relação entre pais e filhos. E é justamente pensando na transmissão da glória de Deus entre as gerações que o apóstolo Paulo ensina em Efésios 6.1-4:
Alguns seguem a mesma profissão e aprendem os mesmos hábitos. Mas a Palavra de Deus nos ensina que outras coisas também podem ser transmitidas dos pais para os filhos:
O teu nome, SENHOR, subsiste para sempre; a tua memória, SENHOR, passará de geração em geração. (Salmo 135.13)
A Bíblia diz que o conhecimento a respeito de Deus é algo que também pode ser transmitido de geração em geração. Quando isso acontece, Deus é glorificado na relação entre pais e filhos. E é justamente pensando na transmissão da glória de Deus entre as gerações que o apóstolo Paulo ensina em Efésios 6.1-4:
"1 Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. 2 "Honra teu pai e tua mãe" - este é o primeiro mandamento com promessa 3 "para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra". 4 "Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor." Efésios 6.1-4
Quando consideramos o foco da carta aos efésios, vemos que Paulo destaca o plano eterno de Deus de ser glorificado por meio de Cristo e da Igreja. A partir do capítulo 4, o autor bíblico passa a mostrar formas práticas dos cristãos se envolverem com este projeto divino. Uma destas formas é através do relacionamento entre pais e filhos. Deus é glorificado quando o Seu caráter é manifestado através das gerações. Mas para que isso aconteça é necessário que pais e filhos cumpram o seu papel dentro do lar.
Quando consideramos o foco da carta aos efésios, vemos que Paulo destaca o plano eterno de Deus de ser glorificado por meio de Cristo e da Igreja. A partir do capítulo 4, o autor bíblico passa a mostrar formas práticas dos cristãos se envolverem com este projeto divino. Uma destas formas é através do relacionamento entre pais e filhos. Deus é glorificado quando o Seu caráter é manifestado através das gerações. Mas para que isso aconteça é necessário que pais e filhos cumpram o seu papel dentro do lar.
1. A GLÓRIA DE DEUS ATRAVÉS DOS FILHOS: reconhecer a autoridade de Deus nos pais (vv. 1-3).
É responsabilidade dos filhos reconhecer o papel de liderança concedido por Deus aos pais dentro do lar. Este reconhecimento envolve duas atitudes:
a. Obediência
1- Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo.
O texto ensina que a obediência aos pais é algo aprovado por Deus (“pois isso é justo”). E esta é uma das primeiras responsabilidades dos filhos em relação aos pais. Isso acontece porque por trás deste mandamento existe um princípio de autoridade. Deus quer nos ensinar o valor da autoridade. E o melhor ambiente para alguém aprender sobre isso é dentro da família.
Você já percebeu que dentro da própria Trindade existe uma relação de Pai e Filho da mesma forma que numa família existem os pais e os filhos? Além disso, a própria Escritura afirma que temos um Deus que é Pai, e todo cristão é Seu filho, pois foi por Ele gerado (Jo 1.12, 13). Desse modo, nossa relação com Deus é uma relação entre Pai e filhos. Esta é uma das razões pelas quais Deus criou a família, para aprendermos a como nos relacionar com Ele. É no relacionamento com nossos pais que aprendemos a forma como vamos nos relacionar com o nosso Pai celeste.
A Bíblia ensina que toda autoridade foi instituída por Deus. A autoridade dos pais sobre os filhos foi dada por Deus. Assim, quando os filhos não aprendem a honrar os pais, na verdade, eles também estão desonrando o próprio Deus. Aquele que não sabe honrar a seus pais também não saberá honrar a Deus. Deus criou as famílias, entre outras coisas, com o objetivo de nos ensinar como nos relacionarmos com Ele. O filho que não reconhece a autoridade do pai, não irá reconhecer a autoridade de Deus.
O apóstolo João nos ensina um princípio: “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 Jo 4.20). Creio que não seria errado estender o texto da seguinte forma: aquele que não consegue amar a seu pai a quem vê, não amará a Deus, a quem não vê. Portanto, se um filho não consegue obedecer seu pai (obediência é uma manifestação de amor pelos pais), não saberá fazer o mesmo com Deus.
Diante deste ensinamento, podemos identificar um grave problema na forma como os pais educam seus filhos em nossos dias. Muitos pais colocam os filhos em igualdade com eles dentro do lar. O resultado disso são filhos que não obedecem aos pais e nem qualquer autoridade, muito menos a de Deus.
A obediência, porém, é para os filhos que estão dentro da casa dos pais, e debaixo de sua autoridade. Quando um filho se casa, ele sai debaixo da esfera de autoridade do pai. Se se trata de um filho homem, ele se torna a autoridade do novo lar. Se se trata de uma filha mulher, ela sai debaixo da autoridade do pai e se coloca debaixo da autoridade do marido. Por isso a Bíblia diz “deixar pai e mãe”. Uma das conseqüências de “deixar” é sair de debaixo de sua autoridade. Do contrário os pais poderiam se intrometer no novo lar, e isso não deve acontecer.
Mas mesmo que você não deva mais obediência, ainda deve honra, que é a segunda forma pela qual os filhos demonstram o reconhecimento a seus pais.
Você já percebeu que dentro da própria Trindade existe uma relação de Pai e Filho da mesma forma que numa família existem os pais e os filhos? Além disso, a própria Escritura afirma que temos um Deus que é Pai, e todo cristão é Seu filho, pois foi por Ele gerado (Jo 1.12, 13). Desse modo, nossa relação com Deus é uma relação entre Pai e filhos. Esta é uma das razões pelas quais Deus criou a família, para aprendermos a como nos relacionar com Ele. É no relacionamento com nossos pais que aprendemos a forma como vamos nos relacionar com o nosso Pai celeste.
A Bíblia ensina que toda autoridade foi instituída por Deus. A autoridade dos pais sobre os filhos foi dada por Deus. Assim, quando os filhos não aprendem a honrar os pais, na verdade, eles também estão desonrando o próprio Deus. Aquele que não sabe honrar a seus pais também não saberá honrar a Deus. Deus criou as famílias, entre outras coisas, com o objetivo de nos ensinar como nos relacionarmos com Ele. O filho que não reconhece a autoridade do pai, não irá reconhecer a autoridade de Deus.
O apóstolo João nos ensina um princípio: “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 Jo 4.20). Creio que não seria errado estender o texto da seguinte forma: aquele que não consegue amar a seu pai a quem vê, não amará a Deus, a quem não vê. Portanto, se um filho não consegue obedecer seu pai (obediência é uma manifestação de amor pelos pais), não saberá fazer o mesmo com Deus.
Diante deste ensinamento, podemos identificar um grave problema na forma como os pais educam seus filhos em nossos dias. Muitos pais colocam os filhos em igualdade com eles dentro do lar. O resultado disso são filhos que não obedecem aos pais e nem qualquer autoridade, muito menos a de Deus.
A obediência, porém, é para os filhos que estão dentro da casa dos pais, e debaixo de sua autoridade. Quando um filho se casa, ele sai debaixo da esfera de autoridade do pai. Se se trata de um filho homem, ele se torna a autoridade do novo lar. Se se trata de uma filha mulher, ela sai debaixo da autoridade do pai e se coloca debaixo da autoridade do marido. Por isso a Bíblia diz “deixar pai e mãe”. Uma das conseqüências de “deixar” é sair de debaixo de sua autoridade. Do contrário os pais poderiam se intrometer no novo lar, e isso não deve acontecer.
Mas mesmo que você não deva mais obediência, ainda deve honra, que é a segunda forma pela qual os filhos demonstram o reconhecimento a seus pais.
b. Honra
2-"Honra teu pai e tua mãe" - este é o primeiro mandamento com promessa -3-"para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra".
Honrar significa “dar valor”. Os filhos devem valorizar os seus pais e demonstrar isso através de atitudes práticas. Mas não se trata apenas de um dever. Deus ainda promete recompensas para aqueles que assim procedem. A Bíblia diz que aqueles que honram seus pais vivem mais (longa vida) e melhor (para que tudo te corra bem).
Quantas vezes você já não se meteu em confusão por ter ignorado algum ensinamento dos pais? Quantas pessoas perderam a vida porque fizeram escolhas perigosas, ignorando a direção indicada pelos pais? Mas como podemos valorizar a vida de nossos pais na prática? Vejamos alguns exemplos:
Honrar significa “dar valor”. Os filhos devem valorizar os seus pais e demonstrar isso através de atitudes práticas. Mas não se trata apenas de um dever. Deus ainda promete recompensas para aqueles que assim procedem. A Bíblia diz que aqueles que honram seus pais vivem mais (longa vida) e melhor (para que tudo te corra bem).
Quantas vezes você já não se meteu em confusão por ter ignorado algum ensinamento dos pais? Quantas pessoas perderam a vida porque fizeram escolhas perigosas, ignorando a direção indicada pelos pais? Mas como podemos valorizar a vida de nossos pais na prática? Vejamos alguns exemplos:
Obedecer - acatar as ordens de nossos pais enquanto estivermos debaixo da autoridade deles.
Ouvir conselhos - demonstrar interesse pela experiência e sabedoria dos pais.
Respeitar - tratar como alguém importante e especial (coisas do passado - usar "sr", levantar, dar lugar, etc).
Ter paciência (1Tm 5.1) - não podemos corrigir nossos pais como fazemos com nossos filhos ou amigos.
Cuidar (velhice) - reconhecer o valor dos pais mesmo quando velhos e sustentá-los como fizeram conosco.
Falar bem - honramos nossos pais com o que falamos para eles e sobre eles.Ouvir conselhos - demonstrar interesse pela experiência e sabedoria dos pais.
Respeitar - tratar como alguém importante e especial (coisas do passado - usar "sr", levantar, dar lugar, etc).
Ter paciência (1Tm 5.1) - não podemos corrigir nossos pais como fazemos com nossos filhos ou amigos.
Cuidar (velhice) - reconhecer o valor dos pais mesmo quando velhos e sustentá-los como fizeram conosco.
Este é o papel dos filhos. Mas para que a glória de Deus seja ainda mais evidente dentro da família, também é necessário que os pais cumpram com a sua responsabilidade.
2. A GLÓRIA DE DEUS ATRAVÉS DOS PAIS: conduzir os filhos ao caráter de Deus (v. 4).
4-"Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.
A palavrar “criar” significa alimentar, cuidar até tornar-se maduro. Esta é a responsabilidade dos pais. Eles devem fortalecer os seus filhos. Muitas coisas podem ser ensinadas pelos pais aos filhos, mas a Bíblia está preocupada com uma delas em especial. Paulo fala sobre criar na “instrução e conselho do Senhor”. Em outras palavras, os pais devem apresentar os seus filhos à Deus e à Sua vontade.
É importante fazer uma observação aqui. O termo “pais” usado no v. 1 é diferente do que é usado no v. 4. A palavra que está no verso 1 quase sempre é usada na Bíblia para se referir ao pai e à mãe ao mesmo tempo. A palavra do verso 4, porém, é muitas vezes usada para se referir aos pais (homens). Se Paulo quisesse se referir ao pai e à mãe, poderia ter usado a palavra do verso 1. Assim, provavelmente Paulo está se referindo apenas aos pais homens. Por que faria isso? Talvez pelo fato de que a tarefa de criar os filhos muitas vezes seja negligenciada pelo homens. Especialmente naquela época em que as mães ficavam em casa cuidando dos filhos. Desse modo, este não seria tanto um problema para as mães, mas estaria mais ligado aos pais. É claro que, em nossos dias, muitas mães fazem o mesmo que os pais, e por isso também a elas pode ser aplicado este texto.
Com efeito, não são poucos os pais que pensam que a criação dos filhos é uma tarefa para as mães. “O papel de um pai é trabalhar para sustentar a casa”, pensam alguns. Não é a toa que vemos famílias desestruturadas em nossos dias!
Mas o que significa provocar o filho à ira? A resposta é simples! Paulo faz um contraste de idéias. Afirma que o contrário de não provocar à ira é criar na disciplina e na admoestação do Senhor. Isso significa que quando os pais não criam os seus filhos desta maneira, estão provocando nele a ira.
Os pais não devem ser negligentes na criação de seus filhos. Isso nos mostra, em primeiro lugar, que a criação dos filhos é de responsabilidade dos pais. Não podemos transferir este dever para babás, professores ou mesmo para a igreja. Todos estes podem ajudar, mas não podem substituir o papel dos pais neste processo.
Lembro-me de uma mãe que queria que eu resolvesse o problema espiritual dos seus filhos num retiro de uma semana. Ela estava colocando sobre mim a responsabilidade que ela, como mãe, não havia cumprido durante anos.
Mas também é possível produzir ira em nossos filhos de outras formas:
É importante fazer uma observação aqui. O termo “pais” usado no v. 1 é diferente do que é usado no v. 4. A palavra que está no verso 1 quase sempre é usada na Bíblia para se referir ao pai e à mãe ao mesmo tempo. A palavra do verso 4, porém, é muitas vezes usada para se referir aos pais (homens). Se Paulo quisesse se referir ao pai e à mãe, poderia ter usado a palavra do verso 1. Assim, provavelmente Paulo está se referindo apenas aos pais homens. Por que faria isso? Talvez pelo fato de que a tarefa de criar os filhos muitas vezes seja negligenciada pelo homens. Especialmente naquela época em que as mães ficavam em casa cuidando dos filhos. Desse modo, este não seria tanto um problema para as mães, mas estaria mais ligado aos pais. É claro que, em nossos dias, muitas mães fazem o mesmo que os pais, e por isso também a elas pode ser aplicado este texto.
Com efeito, não são poucos os pais que pensam que a criação dos filhos é uma tarefa para as mães. “O papel de um pai é trabalhar para sustentar a casa”, pensam alguns. Não é a toa que vemos famílias desestruturadas em nossos dias!
Mas o que significa provocar o filho à ira? A resposta é simples! Paulo faz um contraste de idéias. Afirma que o contrário de não provocar à ira é criar na disciplina e na admoestação do Senhor. Isso significa que quando os pais não criam os seus filhos desta maneira, estão provocando nele a ira.
Os pais não devem ser negligentes na criação de seus filhos. Isso nos mostra, em primeiro lugar, que a criação dos filhos é de responsabilidade dos pais. Não podemos transferir este dever para babás, professores ou mesmo para a igreja. Todos estes podem ajudar, mas não podem substituir o papel dos pais neste processo.
Lembro-me de uma mãe que queria que eu resolvesse o problema espiritual dos seus filhos num retiro de uma semana. Ela estava colocando sobre mim a responsabilidade que ela, como mãe, não havia cumprido durante anos.
Mas também é possível produzir ira em nossos filhos de outras formas:
“Sufocando” os filhos;
Favoritismo;
Críticas excessivas;
Crueldade
Mas como os pais cumprem esta responsabilidade? O texto bíblico nos responde. Duas coisas são essenciais:
Favoritismo;
Críticas excessivas;
Crueldade
Mas como os pais cumprem esta responsabilidade? O texto bíblico nos responde. Duas coisas são essenciais:
a. Instrução
segundo a instrução...
A palavra usada no texto significa treinar. Este treinamento envolve muito mais do que apenas transmitir o conhecimento, é preciso corrigir o filho para que ele deixe o caminho errado e siga pelo caminho correto. Isso significa que os pais devem disciplinar os seus filhos. Veja como a Bíblia usa esta mesma palavra em outro texto:
Hebreus 12.5-6: 5-Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, 6-pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho".
O mesmo termo é claramente usado em Hebreus para se referir à disciplina que Deus exerce sobre Seus filhos. A mesma coisa deve ser feita pelos pais dentro dos lares. Como pais, podemos fazer isso através de ensino bíblico e de nosso exemplo pessoal. Também a disciplina física está incluída aqui (Provérbios fala muito sobre isso).
A palavra usada no texto significa treinar. Este treinamento envolve muito mais do que apenas transmitir o conhecimento, é preciso corrigir o filho para que ele deixe o caminho errado e siga pelo caminho correto. Isso significa que os pais devem disciplinar os seus filhos. Veja como a Bíblia usa esta mesma palavra em outro texto:
Hebreus 12.5-6: 5-Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, 6-pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho".
O mesmo termo é claramente usado em Hebreus para se referir à disciplina que Deus exerce sobre Seus filhos. A mesma coisa deve ser feita pelos pais dentro dos lares. Como pais, podemos fazer isso através de ensino bíblico e de nosso exemplo pessoal. Também a disciplina física está incluída aqui (Provérbios fala muito sobre isso).
b. Conselho
...e o conselho do Senhor.
A palavra conselho é traduzida em outras versões como “admoestação”. Esta palavra é abrangente e inclui alguns significados:
A palavra conselho é traduzida em outras versões como “admoestação”. Esta palavra é abrangente e inclui alguns significados:
Advertir (1 Co 10.11) – Alertar quanto aos riscos e perigos do mundo.
Aconselhar (Cl 3.16) – Não se trata do conselho do pai, mas do conselho do Senhor. Você precisa orientar seu filho de acordo com a Bíblia.
Confrontar (1 Ts 5.14) – Mostrar aquilo que o filho está fazendo de errado.
Para tudo isso, Deus nos deixou o instrumento perfeito: Sua Palavra.
2 Tm 3.16-Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para correção e para a instrução na justiça,
Aconselhar (Cl 3.16) – Não se trata do conselho do pai, mas do conselho do Senhor. Você precisa orientar seu filho de acordo com a Bíblia.
Confrontar (1 Ts 5.14) – Mostrar aquilo que o filho está fazendo de errado.
Para tudo isso, Deus nos deixou o instrumento perfeito: Sua Palavra.
2 Tm 3.16-Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para correção e para a instrução na justiça,
O que você está transmitindo para as gerações futuras por meio de seu filho? Pais, uma ótima forma de você impactar o mundo mesmo após a sua morte é através de seus filhos. Filhos, a forma de você viver uma vida plena, que glorifica a Deus, é tendo a atitude correta para com seus pais.
Meu desejo é que sua família reflita a glória de Deus no relacionamento entre as gerações!
Meu desejo é que sua família reflita a glória de Deus no relacionamento entre as gerações!
Como Restaurar a Família do Vale de Ossos Secos
Você já reparou como as pessoas muitas vezes se sentem menosprezadas? Como há gente deprimida, se achando sem nenhum valor. Como há gente que pensa que a vida não tem graça. Como há gente que tem uma visão errada das coisas. Será que Deus quer que enxerguemos a nós mesmos e a vida com esse olhar?
Interessante que o povo de Israel também se enxergava dessa forma. Em Ez 37.11 está escrito: “...
E não é assim que muitos se vêem hoje também? Olham para a sua família e vê ela despedaçada. Não passa de um monte de ossos secos.
Olham para o trabalho sem esperança alguma. Olham para a igreja e só vêem um monte de ossos secos. Olham para a sua vida com total desesperança de que haja alguma mudança.
E não é assim que muitos se vêem hoje também? Olham para a sua família e vê ela despedaçada. Não passa de um monte de ossos secos.
Olham para o trabalho sem esperança alguma. Olham para a igreja e só vêem um monte de ossos secos. Olham para a sua vida com total desesperança de que haja alguma mudança.
Será que Deus quer que enxerguemos as coisas com esses olhos? Deus havia mandado Ezequiel profetizar para que aquele monte de ossos secos fosse revestido de carne.
E assim aconteceu. Só que aqueles corpos estavam sem vida alguma. E Deus mandou que Ezequiel fizesse o seguinte: “Profetiza ao espírito, profetiza, ò filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.” (Ez 37.9). E aquele monte de ossos que já havia ganhado novos corpos agora voltam a viver.
Deus dá uma linda visão a Ezequiel. Ele agora não enxerga mais um monte de ossos secos sem vida, mas enxerga novas pessoas, transformadas. Mas quem faz esse milagre? Somente Deus. E eu quero profetizar em nome de Deus para ti,
E assim aconteceu. Só que aqueles corpos estavam sem vida alguma. E Deus mandou que Ezequiel fizesse o seguinte: “Profetiza ao espírito, profetiza, ò filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.” (Ez 37.9). E aquele monte de ossos que já havia ganhado novos corpos agora voltam a viver.
Deus dá uma linda visão a Ezequiel. Ele agora não enxerga mais um monte de ossos secos sem vida, mas enxerga novas pessoas, transformadas. Mas quem faz esse milagre? Somente Deus. E eu quero profetizar em nome de Deus para ti,
DEUS MOSTROU EM VISÃO A EZEQUIEL A SITUAÇÃO DO POVO DE ISRAEL
“A mão do SENHOR estava sobre mim, e por seu Espírito ele me levou a um vale cheio de ossos. Ele me levou de um lado para outro, e pude ver que era enorme o número de ossos no vale, e que os ossos estavam muito secos.”(v.1 ,2).
Vale de ossos secos é lugar de desolação, de miséria, de recordações tristes, de mortandade. Vendo um filme sobre a II Guerra mundial, há cenas desoladoras com corpos espalhados em grandes áreas. Verdadeiros vales de mortandade! Deus permite que conheçamos situações difíceis para a realização de Seus propósitos em nossas vidas. Nada do que acontece conosco é em vão.
“Os ossos estavam muito secos” (vs.1 , 2). Significa vidas secas, sem o óleo do Espírito, vidas vazias de prazer de viver, vidas insossas, vidas amargas, vidas cheias de mágoas, rancores, ciúmes, invejas e no pecado! Se os ossos estavam sequíssimos é porque estavam mortos havia muito tempo. Mortos não ouvem não se mexem, não respondem. Mas há a esperança na ressurreição.
O Senhor perguntou ao profeta: “estes ossos poderão tornar a viver?” Eu respondi: “Ó Soberano SENHOR, só tu o sabes” (v.3). Nunca podemos perder a esperança! Perder a esperança é falta de fé.
“…Estes ossos são toda a nação de Israel. Eles dizem: ‘Nossos ossos se secaram e nossa esperança desvaneceu-se; fomos exterminados’ (v.11): perdidos, mortos, arrasados!
Para Deus não há impossíveis. Jesus respondendo ao pai do jovem endemoninhado: “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê. Imediatamente o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (Mc 9:23 e 24).
O Senhor disse: “… Farei um espírito entrar em vocês, e vocês terão vida (v.5). Deus quer restaurar vidas, avivar a Sua Igreja. Deus quer derramar unção sobre a Igreja, quer Se revelar à Igreja. Deus quer habitar em nós em Sua plenitude. Deus habitando em nós teremos vida abundante.
“E eu profetizei conforme a ordem recebida. Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso.” (v.7), Quando nós falamos pelo Senhor, há ruído santo, ruído de vontade de mudar, de melhorar; as estruturas se mexem. A Palavra do Senhor faz reboliço.
“Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso…” (v.7 ). Quando a Palavra do Senhor opera, há aproximação, há ajuntamento, há comunhão, há amor. A parede da separação é destruída!
Em Ezequiel 37:1-28, é nos mostrado uma visão onde os ossos secos presentes em um vale, são restaurados novamente a vida “E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor IAVÉ: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.”( Ez 37.9).
Esses mortos que voltam a vida são da casa de Israel como nos diz o versículo 11 da passagem supracitada: “Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós estamos cortados.”. Nessa época Israel estava sob o exílio babilônico ocasionado pelos seus próprios pecados, mas o Eterno os restauraria “.E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.” Ez 36.17-26).
Mas será que esta profecia aborda a volta dos judeus do exílio babilônico? Lembre-se que a restauração a vida dos ossos estava sujeita a ação dos quatro ventos (guerras em profecias) e ainda, o Eterno os tiraria das nações e não somente de Babilônia.
Vale de ossos secos é lugar de desolação, de miséria, de recordações tristes, de mortandade. Vendo um filme sobre a II Guerra mundial, há cenas desoladoras com corpos espalhados em grandes áreas. Verdadeiros vales de mortandade! Deus permite que conheçamos situações difíceis para a realização de Seus propósitos em nossas vidas. Nada do que acontece conosco é em vão.
“Os ossos estavam muito secos” (vs.1 , 2). Significa vidas secas, sem o óleo do Espírito, vidas vazias de prazer de viver, vidas insossas, vidas amargas, vidas cheias de mágoas, rancores, ciúmes, invejas e no pecado! Se os ossos estavam sequíssimos é porque estavam mortos havia muito tempo. Mortos não ouvem não se mexem, não respondem. Mas há a esperança na ressurreição.
O Senhor perguntou ao profeta: “estes ossos poderão tornar a viver?” Eu respondi: “Ó Soberano SENHOR, só tu o sabes” (v.3). Nunca podemos perder a esperança! Perder a esperança é falta de fé.
“…Estes ossos são toda a nação de Israel. Eles dizem: ‘Nossos ossos se secaram e nossa esperança desvaneceu-se; fomos exterminados’ (v.11): perdidos, mortos, arrasados!
Para Deus não há impossíveis. Jesus respondendo ao pai do jovem endemoninhado: “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê. Imediatamente o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (Mc 9:23 e 24).
O Senhor disse: “… Farei um espírito entrar em vocês, e vocês terão vida (v.5). Deus quer restaurar vidas, avivar a Sua Igreja. Deus quer derramar unção sobre a Igreja, quer Se revelar à Igreja. Deus quer habitar em nós em Sua plenitude. Deus habitando em nós teremos vida abundante.
“E eu profetizei conforme a ordem recebida. Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso.” (v.7), Quando nós falamos pelo Senhor, há ruído santo, ruído de vontade de mudar, de melhorar; as estruturas se mexem. A Palavra do Senhor faz reboliço.
“Enquanto profetizava, houve um barulho, um som de chocalho, e os ossos se juntaram, osso com osso…” (v.7 ). Quando a Palavra do Senhor opera, há aproximação, há ajuntamento, há comunhão, há amor. A parede da separação é destruída!
Em Ezequiel 37:1-28, é nos mostrado uma visão onde os ossos secos presentes em um vale, são restaurados novamente a vida “E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor IAVÉ: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.”( Ez 37.9).
Esses mortos que voltam a vida são da casa de Israel como nos diz o versículo 11 da passagem supracitada: “Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós estamos cortados.”. Nessa época Israel estava sob o exílio babilônico ocasionado pelos seus próprios pecados, mas o Eterno os restauraria “.E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.” Ez 36.17-26).
Mas será que esta profecia aborda a volta dos judeus do exílio babilônico? Lembre-se que a restauração a vida dos ossos estava sujeita a ação dos quatro ventos (guerras em profecias) e ainda, o Eterno os tiraria das nações e não somente de Babilônia.
As dispersões de Israel ocorreram em três ocasiões:
1. No Egito
“Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão e a maltratariam por quatrocentos anos” (At 7.6 ;Gn 15.13); lá ficaram por 400 anos e em significativa parte do tempo amargaram as vicissitudes da escravidão. Como sabemos o Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) nos mostra o período em que a nação Israelita foi formada, iniciando pelo chamado de Deus a Abraão, até a preparação para o estabelecimento desta nação, que foi efetivamente realizada no livro de Josué.
2. O exílio sofrido pelo povo hebreu foi quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, sitiou Jerusalém em 586 a.C, levando-os ao cativeiro.
Esse cativeiro ocorreu porque os governantes de Israel estavam cada vez mais ímpios e eram constantemente repreendidos por Deus e continuamente, rei após rei, pelos profetas do Eterno que diziam: “E fez o que era mal aos olhos do SENHOR...” 2 Re 24.19.
3. A diáspora ocorreu no ano 70 d.C, quando o general romano Tito deitou abaixo o santuário judaico conforme a profecia de Jesus “Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.” Mt 24.2 e o povo foi disperso entre as nações.
Uma pergunta relevante ao tema: Após este acontecimento (70 d.C, diáspora judaica), teria o povo de Israel (literal, segundo a carne), perdido o papel de povo escolhido? Teria a igreja cristã (católica, adventista, ou qualquer outra) suplantado e se apossado das promessas de Deus feita ao povo de Israel? Foi o povo de Israel rejeitado como nação? Essas perguntas são importantes no entendimento das profecias e em sua contextualização.
Em Romanos 11:12 Paulo nos diz “Digo, pois: porventura, rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum! Porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu”.
Se fizermos uma análise do livro de Romanos, constataremos que Paulo sempre afirma que o Israel literal tem um papel especial. Quando a nação de Israel foi formada pela direta intervenção divina, este povo deveria testemunhar aos demais povos a fé no verdadeiro e único Deus.
Porém como vemos nas Escrituras o povo hebreu não seguiu os caminhos divinos, e acabaram seguindo os mesmos erros e abominações das nações, e isto lhes custou os exílios.
De todos os exílios (no Egito, na Babilônia e por último entre as nações), vamos nos ater ao último. A dispersão ocorrida no ano 70 d.C foi a mais duradoura e importante. Além de ser prevista pelos profetas (Lv 26:33, Sl 44:11, Sl 106:27, Lm 1:3, Ez 4:13-14), foi também profetizada por Jesus “Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas”.
A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar.
Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta.
Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!” ( Mt 23.34-39). Jesus previu que Jerusalém seria destruída e o povo seria mais uma ver disperso pelos seus próprios pecados (findava as Setenta Semanas dada a Israel), e a dispersão entre as nações teria um tempo determinado.
Em Lucas 21:24 sobre o mesmo cerco de Jerusalém, Jesus diz: “Muitos serão mortos à espada, e outros serão levados como prisioneiros para todos os países do mundo”.
E os não-judeus conquistarão Jerusalém, até que termine o tempo de eles fazerem isso.” Veja agora o que diz Paulo “Meus irmãos, quero que vocês conheçam uma verdade secreta para que não pensem que são muito sábios. A verdade é esta: a teimosia do povo de Israel não durará para sempre, mas somente até que o número completo de não-judeus venha para Deus.” (Rm, 11:25). Em outras traduções este tempo é chamado de plenitude dos gentios. O que isto quer dizer?
Como em outros exílios, Israel foi restaurado como nação. Em Números 23:19,20 “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar.”, vemos aqui que Deus não revoga suas promessas, isto agora vai tornar interessante o estudo, porque o próprio Deus fez promessas concernentes ao povo Israelita.
Os corpos celestes testificam das promessas de Deus
Em algumas passagens da palavra de Deus, ele muitas vezes se utiliza de elementos da natureza para que sejam lembradas suas promessas. Depois do dilúvio, Deus faz uma aliança com Noé nos seguintes termos: “O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra.” (Gn 9:16). O arco simbolizaria que Deus nunca mais destruiria a terra e os seres viventes como fez no Dilúvio (Gn 8:21 e 9:9-17).
Para com a aliança que, o Eterno, fez com os israelitas, Ele se utiliza do sol, da lua e de outros elementos da natureza: “Assim diz o SENHOR, que dá o sol para a luz do dia e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; SENHOR dos Exércitos é o seu nome”. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.
“Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR.”
E sabe por que o Eterno disse isso a respeito da nação Israelita? “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”( Rm 11.29). Querido leitor: tão certo quanto são as leis que regem o sol, a lua e as estrelas, é certo que a descendência de Israel é uma nação escolhida.
Temos aqui provas bíblicas de que o povo Israelita ainda que alheio ao evangelho de Jesus, o Messias (Yeshua Ha Mashiach), são uma nação escolhida perante o Senhor.
O povo de Israel esperava um governo do Messias essencialmente político, e que vencesse e humilhasse seus inimigos ( Lc 1:69-74). Isto estava correto em parte, porém o povo Israelita não atentou que na presença do Messias, se iniciaria o tempo da Restauração (Is 2:2-4; Sl 72:8-11).
Para qual propósito Deus envia seu Espírito sobre nós?
Deus quer sempre nos encher do seu Espírito, mas com um propósito de restaurar vidas, Ele nunca deu o seu espírito para que ficássemos com ele somente para nós (Lc 4.18 1.)
Neemias ouve a situação da cidade dos seus pais.
Ele chora, ele toma a responsabilidade da situação. Ele não lança a responsabilidade sobre outros, mas assume. Neemias se dispõe em restaurar os muros.
O profeta Ezequiel estava no cativeiro, e Deus então conversa com ele, isso é tremendo, pois quando estamos em dificuldades à primeira coisa que vem a nossa mente é: Deus se esqueceu de mim
Não importa o problema que você esteja vivendo, Deus fala contigo, Ele não nos deixa morrer aflitos, pelo contrario, Ele tem prazer em nos ajudar e livrar a nossa vida das tribulações, no salmo 34. 19 a Palavra de Deus fala que muitas são as aflições do justo, mas o Senhor nos livra de todas elas, mas no momento de dor e aflição, nos deixamos levar pela situação que nossos olhos humanos vêem por isso em Hebreus a Bíblia nos fala que a palavra de Deus e como uma espada que separa alma do espirito, pois nossa alma fica presa ao natural, já nosso espirito, Deus pode levá-lo a uma dimensão sobrenatural.
Amado, quando Deus nos chama à profetizar, não temas, crê somente!
O mundo ao nosso redor, sempre dirá que o quadro que vivemos, não tem solução, que seu marido não vai mudar, seu casamento vai fracassar, seu filho sempre vai ser um problema. Ou seja, conforme em ser um fracassado (a).
Mas Deus nos chama a profetizar exatamente o contrario! Pois quando Ele ordenado é porque Ele já assinou a nossa vitória, só temos que tomar posse, mas as vezes o problema é exatamente esse ........ TOMAR POSSE... já estamos tão acostumados com o fracasso que até quando o próprio Deus nos fala que seremos vitoriosos o nosso eu sofrido não nos deixa receber as promessas Dele em nossas vidas.
Quero te dizer o único que vive com a cabeça enterrada no chão è o avestruz, pois ele se conforma em ser assim, por isso amado (a) erga a tua cabeça e receba aquilo que Deus quer te dar, não seja um avestruz, pois Deus não te criou para viver assim.
Ezequiel profetiza e então o Espirito começa a fazer coisas sobrenaturais, os ossos começam a tomar forma e serem restaurados, querido é só abrir tua boca e crer. Mas faltava algo ainda não havia espirito naqueles corpos, talvez você esteja assim, com "vida" todos te olhem e achem que você é feliz, realizada, mas, no entanto dentro de você não há vida.
Amado a obra que Deus faz é completa Ele não só restaura tudo ao teu redor, como também restaura a tua vida, pois o Espirito aqui significa vida, vida esta que muitas as vezes o sofrimento nos faz ter vontade de perder. Então Deus vem e traz de volta para você a vontade de viver, cura as tuas feridas e mostra que Ele não deixa nada pela metade. Deus vai tratar de todas as áreas da tua vida.
Finalizando o povo de Israel tinha declarado que as suas esperanças estavam sepultadas, não tinha mais como o quadro ser mudado. Estavam derrotados!
Amada, talvez você esteja assim, sem esperança, sem amanhã. Quero te dizer que o mesmo que Deus disse para eles, se você crer Ele declara para você hoje, não importa qual o seu problema, Ele hoje está mudando o quadro!
Curve sua cabeça um pouco e do jeito que você sabe, ore à Deus, Ele não olha o quanto você é sábio para orar
Alguns olham para o seu casamento e não vêem mais vida, é como se estivessem olhando para um vale de ossos secos, só enxergam morte e sequidão. Outros olham para a vida profissional e vê a mesma coisa, outros olham para sua vida ministerial, para suas células, e até lá não conseguem enxergar a vida.
Seja qual for o lugar onde você esteja enxergando morte, o Senhor Deus está dizendo: Eu quero fazer um milagre, Eu quero derramar a Minha vida sobre você. – O que precisamos fazer para transformar o quadro de morte ao nosso redor? 1.
Ter a visão da restauração Em Ezequiel 37:3, Deus faz uma pergunta chave ao profeta: “Filho do homem, acaso poderão reviver estes ossos?” A resposta de Ezequiel a esta pergunta faria toda a diferença naquele contexto. Aquela era uma pergunta provocativa, feita para provocar uma reação em Ezequiel.
Na realidade, o que Deus estava lhe perguntando era: você crê que Eu posso derramar vida neste lugar? O Senhor queria levar Ezequiel a ter uma visão da restauração. Para que o profeta pudesse ser usado por Deus para derramar o sopro de vida sobre aqueles ossos, ele primeiro tinha que crer nisso, ele precisava visualizar a vida surgindo ali.
Esta mesma pergunta Deus tem feito a nós: “Filho do homem, pode haver vida no teu casamento, nos teus negócios, no teu ministério?” A nossa resposta fará toda a diferença. Em Heb.11:1 vemos que a fé é a “certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”.
Temos que enxergar pelos olhos da fé, aquilo que os olhos humanos não vêem. César Castellanos, em seu livro “Sonha e Ganharás o Mundo”, diz que os sonhos são a linguagem de Deus. Quando conseguimos visualizar pelo Espírito a restauração, então é uma questão de tempo para que ela se manifeste no plano físico.
Deixe a visão entrar no seu coração e você estará deixando a vida entrar em você. 2. Liberar a palavra profética No versículo quatro, após provocar em Ezequiel a visão da restauração, Deus lhe dá uma ordem: “Profetiza”. Ou seja, o passo seguinte ao recebermos a visão, é andarmos pela visão. Não basta apenas receber de Deus uma visão de restauração, é preciso agir conforme esta visão que Deus nos dá. No caso do profeta, a ação era profetizar, ele tinha que liberar a palavra profética.
Como igreja do Senhor aqui na terra, temos uma missão profética de liberar a palavra de Deus sobre cidades, estados e nações.
Essa missão profética, no entanto, começa na nossa própria vida. Profetize sobre seu casamento, sobre sua família. Libere com a sua boca aquilo que Deus diz a respeito de você e não o que o mundo ou você mesmo pensa a seu respeito. Receba a visão de Deus em sua vida e comece a agir conforme ela, no falar, no andar, em cada atitude. Viva a visão e ela se concretizará plenamente em sua vida. – O que Deus faz quando tomamos nossa posição? 1.
Deus começa a operar a restauração Nos versos 6-8 vemos a visão se concretizando ante aos olhos de Ezequiel.
Sobre aqueles ossos sequíssimos, começam a surgir tendões, carne e pele. É Deus começando a operar a obra de restauração. Quando recebemos a visão e andamos por ela, logo a obra de restauração começará. No verso 7, vemos que houve um grande ruído quando a restauração começou.
Para com a aliança que, o Eterno, fez com os israelitas, Ele se utiliza do sol, da lua e de outros elementos da natureza: “Assim diz o SENHOR, que dá o sol para a luz do dia e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; SENHOR dos Exércitos é o seu nome”. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.
“Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR.”
E sabe por que o Eterno disse isso a respeito da nação Israelita? “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”( Rm 11.29). Querido leitor: tão certo quanto são as leis que regem o sol, a lua e as estrelas, é certo que a descendência de Israel é uma nação escolhida.
Temos aqui provas bíblicas de que o povo Israelita ainda que alheio ao evangelho de Jesus, o Messias (Yeshua Ha Mashiach), são uma nação escolhida perante o Senhor.
O povo de Israel esperava um governo do Messias essencialmente político, e que vencesse e humilhasse seus inimigos ( Lc 1:69-74). Isto estava correto em parte, porém o povo Israelita não atentou que na presença do Messias, se iniciaria o tempo da Restauração (Is 2:2-4; Sl 72:8-11).
Para qual propósito Deus envia seu Espírito sobre nós?
Deus quer sempre nos encher do seu Espírito, mas com um propósito de restaurar vidas, Ele nunca deu o seu espírito para que ficássemos com ele somente para nós (Lc 4.18 1.)
Neemias ouve a situação da cidade dos seus pais.
Ele chora, ele toma a responsabilidade da situação. Ele não lança a responsabilidade sobre outros, mas assume. Neemias se dispõe em restaurar os muros.
O profeta Ezequiel estava no cativeiro, e Deus então conversa com ele, isso é tremendo, pois quando estamos em dificuldades à primeira coisa que vem a nossa mente é: Deus se esqueceu de mim
Não importa o problema que você esteja vivendo, Deus fala contigo, Ele não nos deixa morrer aflitos, pelo contrario, Ele tem prazer em nos ajudar e livrar a nossa vida das tribulações, no salmo 34. 19 a Palavra de Deus fala que muitas são as aflições do justo, mas o Senhor nos livra de todas elas, mas no momento de dor e aflição, nos deixamos levar pela situação que nossos olhos humanos vêem por isso em Hebreus a Bíblia nos fala que a palavra de Deus e como uma espada que separa alma do espirito, pois nossa alma fica presa ao natural, já nosso espirito, Deus pode levá-lo a uma dimensão sobrenatural.
Amado, quando Deus nos chama à profetizar, não temas, crê somente!
O mundo ao nosso redor, sempre dirá que o quadro que vivemos, não tem solução, que seu marido não vai mudar, seu casamento vai fracassar, seu filho sempre vai ser um problema. Ou seja, conforme em ser um fracassado (a).
Mas Deus nos chama a profetizar exatamente o contrario! Pois quando Ele ordenado é porque Ele já assinou a nossa vitória, só temos que tomar posse, mas as vezes o problema é exatamente esse ........ TOMAR POSSE... já estamos tão acostumados com o fracasso que até quando o próprio Deus nos fala que seremos vitoriosos o nosso eu sofrido não nos deixa receber as promessas Dele em nossas vidas.
Quero te dizer o único que vive com a cabeça enterrada no chão è o avestruz, pois ele se conforma em ser assim, por isso amado (a) erga a tua cabeça e receba aquilo que Deus quer te dar, não seja um avestruz, pois Deus não te criou para viver assim.
Ezequiel profetiza e então o Espirito começa a fazer coisas sobrenaturais, os ossos começam a tomar forma e serem restaurados, querido é só abrir tua boca e crer. Mas faltava algo ainda não havia espirito naqueles corpos, talvez você esteja assim, com "vida" todos te olhem e achem que você é feliz, realizada, mas, no entanto dentro de você não há vida.
Amado a obra que Deus faz é completa Ele não só restaura tudo ao teu redor, como também restaura a tua vida, pois o Espirito aqui significa vida, vida esta que muitas as vezes o sofrimento nos faz ter vontade de perder. Então Deus vem e traz de volta para você a vontade de viver, cura as tuas feridas e mostra que Ele não deixa nada pela metade. Deus vai tratar de todas as áreas da tua vida.
Finalizando o povo de Israel tinha declarado que as suas esperanças estavam sepultadas, não tinha mais como o quadro ser mudado. Estavam derrotados!
Amada, talvez você esteja assim, sem esperança, sem amanhã. Quero te dizer que o mesmo que Deus disse para eles, se você crer Ele declara para você hoje, não importa qual o seu problema, Ele hoje está mudando o quadro!
Curve sua cabeça um pouco e do jeito que você sabe, ore à Deus, Ele não olha o quanto você é sábio para orar
Alguns olham para o seu casamento e não vêem mais vida, é como se estivessem olhando para um vale de ossos secos, só enxergam morte e sequidão. Outros olham para a vida profissional e vê a mesma coisa, outros olham para sua vida ministerial, para suas células, e até lá não conseguem enxergar a vida.
Seja qual for o lugar onde você esteja enxergando morte, o Senhor Deus está dizendo: Eu quero fazer um milagre, Eu quero derramar a Minha vida sobre você. – O que precisamos fazer para transformar o quadro de morte ao nosso redor? 1.
Ter a visão da restauração Em Ezequiel 37:3, Deus faz uma pergunta chave ao profeta: “Filho do homem, acaso poderão reviver estes ossos?” A resposta de Ezequiel a esta pergunta faria toda a diferença naquele contexto. Aquela era uma pergunta provocativa, feita para provocar uma reação em Ezequiel.
Na realidade, o que Deus estava lhe perguntando era: você crê que Eu posso derramar vida neste lugar? O Senhor queria levar Ezequiel a ter uma visão da restauração. Para que o profeta pudesse ser usado por Deus para derramar o sopro de vida sobre aqueles ossos, ele primeiro tinha que crer nisso, ele precisava visualizar a vida surgindo ali.
Esta mesma pergunta Deus tem feito a nós: “Filho do homem, pode haver vida no teu casamento, nos teus negócios, no teu ministério?” A nossa resposta fará toda a diferença. Em Heb.11:1 vemos que a fé é a “certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”.
Temos que enxergar pelos olhos da fé, aquilo que os olhos humanos não vêem. César Castellanos, em seu livro “Sonha e Ganharás o Mundo”, diz que os sonhos são a linguagem de Deus. Quando conseguimos visualizar pelo Espírito a restauração, então é uma questão de tempo para que ela se manifeste no plano físico.
Deixe a visão entrar no seu coração e você estará deixando a vida entrar em você. 2. Liberar a palavra profética No versículo quatro, após provocar em Ezequiel a visão da restauração, Deus lhe dá uma ordem: “Profetiza”. Ou seja, o passo seguinte ao recebermos a visão, é andarmos pela visão. Não basta apenas receber de Deus uma visão de restauração, é preciso agir conforme esta visão que Deus nos dá. No caso do profeta, a ação era profetizar, ele tinha que liberar a palavra profética.
Como igreja do Senhor aqui na terra, temos uma missão profética de liberar a palavra de Deus sobre cidades, estados e nações.
Essa missão profética, no entanto, começa na nossa própria vida. Profetize sobre seu casamento, sobre sua família. Libere com a sua boca aquilo que Deus diz a respeito de você e não o que o mundo ou você mesmo pensa a seu respeito. Receba a visão de Deus em sua vida e comece a agir conforme ela, no falar, no andar, em cada atitude. Viva a visão e ela se concretizará plenamente em sua vida. – O que Deus faz quando tomamos nossa posição? 1.
Deus começa a operar a restauração Nos versos 6-8 vemos a visão se concretizando ante aos olhos de Ezequiel.
Sobre aqueles ossos sequíssimos, começam a surgir tendões, carne e pele. É Deus começando a operar a obra de restauração. Quando recebemos a visão e andamos por ela, logo a obra de restauração começará. No verso 7, vemos que houve um grande ruído quando a restauração começou.
Talvez Deus já esteja se movendo assim na sua vida e você ainda nem se deu conta. Tendões, carne e pele falam dos sinais que o Senhor começa a operar em nossas vidas quando começamos a nos mover pela visão de Deus.
É a conversão de um parente; é um livramento na área da saúde; é aquele dinheiro que estava preso a muito tempo ao qual você tinha direito e que agora, finalmente, saiu; é aquele primeiro visitante que chega na célula ou o primeiro irmão que você tem oportunidade de consolidar.
Talvez você já esteja andando na visão e nem saiba, talvez tendões, carne e pele já estejam surgindo e você ainda não se deu conta. 2. Deus sopra do seu Espírito Tendões, carne e pele são só o começo da obra de restauração. O mais importante ainda está por vir, o derramar do Espírito.
No versículo oito vemos que apesar da carne ter crescido milagrosamente sobre aqueles ossos, ainda não havia neles o fôlego de vida e o que Deus havia falado inicialmente para Ezequiel era a respeito de vida e não simplesmente de carne sobre ossos. “Poderão reviver estes ossos?”, foi a pergunta feita pelo Senhor.
A promessa era a de trazer vida a aqueles ossos. Então o profeta mais uma vez começa a profetizar e o grande milagre acontece “…o espírito entrou neles e viveram”. Deus quer derramar vida sobre você.
Sobre aquilo que você achava que estava morto, Deus pode fazer brotar a vida. Ele quer soprar do seu Espírito.
O interessante é que quando aqueles ossos reviveram e se puseram de pé, Ezequiel teve a maior surpresa de todas: aquele era um grande exército de guerreiros valorosos. O tempo todo aquele exército estava ali, mas as pessoas só viam ossos secos naquele lugar.
Talvez Deus queira usar o seu casamento para transformar gerações inteiras, talvez Ele tenha um plano tremendo na sua vida profissional, com certeza, Ele tem milhares de células para você, basta você crer, receber a visão e andar por ela e onde havia morte, reinará abundantemente a vida. No amor do Senhor.
Se você se sente um monte de ossos secos, sem valor nenhum, eu quero profetizar para a sua vida. Se você sente que o seu casamento, o seu trabalho, a sua igreja, o seu estudo não passam de um monte de ossos secos, eu quero profetizar, em nome de Deus, para ti MINHA AMADA IRMÃ EM CRISTO.
Eu quero profetizar que a sua vida vai mudar se você permitir. O Senhor quer soprar sobre você para que você receba a nova vida que Ele quer te dar. Mas é necessário que você queira realmente receber essa nova vida. É necessário você reconhecer que sem Deus você não passa de um monte de ossos secos. Deus quer te dar uma nova vida. Abra o seu coração para Deus e eu profetizo que Ele vai transformar a sua vida. Ela jamais será a mesma.
O corpo, por si só, pode ser perfeito, mas sem vida, não passa de um amontoado de ossos secos. Venha para Cristo Jesus, ele pode ressuscitar em você a vontade de viver novamente. Ele pode te dar esperança e amor. Pense na vida em abundância que você pode desfrutar na presença do Senhor.
Que Deus nos abençoe e nos guarde em nome de Jesus, amém!
É a conversão de um parente; é um livramento na área da saúde; é aquele dinheiro que estava preso a muito tempo ao qual você tinha direito e que agora, finalmente, saiu; é aquele primeiro visitante que chega na célula ou o primeiro irmão que você tem oportunidade de consolidar.
Talvez você já esteja andando na visão e nem saiba, talvez tendões, carne e pele já estejam surgindo e você ainda não se deu conta. 2. Deus sopra do seu Espírito Tendões, carne e pele são só o começo da obra de restauração. O mais importante ainda está por vir, o derramar do Espírito.
No versículo oito vemos que apesar da carne ter crescido milagrosamente sobre aqueles ossos, ainda não havia neles o fôlego de vida e o que Deus havia falado inicialmente para Ezequiel era a respeito de vida e não simplesmente de carne sobre ossos. “Poderão reviver estes ossos?”, foi a pergunta feita pelo Senhor.
A promessa era a de trazer vida a aqueles ossos. Então o profeta mais uma vez começa a profetizar e o grande milagre acontece “…o espírito entrou neles e viveram”. Deus quer derramar vida sobre você.
Sobre aquilo que você achava que estava morto, Deus pode fazer brotar a vida. Ele quer soprar do seu Espírito.
O interessante é que quando aqueles ossos reviveram e se puseram de pé, Ezequiel teve a maior surpresa de todas: aquele era um grande exército de guerreiros valorosos. O tempo todo aquele exército estava ali, mas as pessoas só viam ossos secos naquele lugar.
Talvez Deus queira usar o seu casamento para transformar gerações inteiras, talvez Ele tenha um plano tremendo na sua vida profissional, com certeza, Ele tem milhares de células para você, basta você crer, receber a visão e andar por ela e onde havia morte, reinará abundantemente a vida. No amor do Senhor.
Se você se sente um monte de ossos secos, sem valor nenhum, eu quero profetizar para a sua vida. Se você sente que o seu casamento, o seu trabalho, a sua igreja, o seu estudo não passam de um monte de ossos secos, eu quero profetizar, em nome de Deus, para ti MINHA AMADA IRMÃ EM CRISTO.
Eu quero profetizar que a sua vida vai mudar se você permitir. O Senhor quer soprar sobre você para que você receba a nova vida que Ele quer te dar. Mas é necessário que você queira realmente receber essa nova vida. É necessário você reconhecer que sem Deus você não passa de um monte de ossos secos. Deus quer te dar uma nova vida. Abra o seu coração para Deus e eu profetizo que Ele vai transformar a sua vida. Ela jamais será a mesma.
O corpo, por si só, pode ser perfeito, mas sem vida, não passa de um amontoado de ossos secos. Venha para Cristo Jesus, ele pode ressuscitar em você a vontade de viver novamente. Ele pode te dar esperança e amor. Pense na vida em abundância que você pode desfrutar na presença do Senhor.
Que Deus nos abençoe e nos guarde em nome de Jesus, amém!
Autor: Jânio Santos de Oliveira
O DNA da Família
Cuidar da família é uma ordenança divinamente instituída. Não há como falar de amor se não amar. Uma família desestruturada é um péssimo testemunho, em qualquer religião. É por este motivo que missões devem ser prioridade entre os de casa: “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” I Tm 5:8
Meu esposo Franklin, é físico e químico, em um esforço para explicar a importância da família para a sociedade, e dos pais para os filhos, ele elaborou uma analogia entre a célula e a família:
“O núcleo de uma célula, chamado de DNA e RNA coordena o crescimento, fortalecimento e proteção da célula. Quando ocorre o desequilíbrio desses fatores, a célula se desestrutura causando uma multiplicação desordenada de todos os elementos celulares. É assim que surgem doenças como o câncer: As células morrem. Se o quadro não for revertido, pode levar ao óbito. Na família, os pais têm o papel de coordenar o crescimento, fortalecimento e proteção dos filhos. São comparados ao núcleo DNA e RNA. Um desequilíbrio no núcleo causa grave danos ao bem estar do lar e conseqüentemente pode levar ao caos social: Família desestruturada – sociedade doente. De nada adianta querer cuidar do corpo (sociedade), se não cuidar das células que o compõem (famílias)."
A boa notícia é que a ciência criou fórmulas para erradicar células doentes: remédios, terapias e outros mecanismos. A medicina é mesmo uma benção de Deus e trabalha a favor dos homens. Mas existe um remédio que não pode ser encontrado em farmácia alguma, Ele foi elaborado nas mansões celestiais e com apenas um simples toque, organiza toda e qualquer estrutura celular afetada por males: Jesus, médico dos médicos. Ele cura tanto o físico quanto o social.
Ele tem o poder de mudar o rumo de histórias destinadas ao fracasso. Se os pais falharam, os filhos desandaram, ainda existe uma solução. Ele torna a fazer tudo novo. Uma nova célula, um corpo saudável. Há um Salmo que diz: “Deus faz com que o solitário viva em família, liberta aqueles que estão presos em grilhões” Sl 68:6 e ainda: “Eu converterei o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição” Ml 4:6
Jerusalém Casa de Deus
A Bíblia testifica que Jerusalém é a pátria do Messias, o lugar escolhido por Deus para vida, ministério e morte de Jesus: “Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa” Mt 13:57 .“Veio para os seus e os seus não o receberam, mas deu-lhes o poder de serem filhos de Deus aos que crêem no seu nome” Jo 1:11-12.
Jesus poderia ter iniciado seu ministério em qualquer outra parte do mundo, mas aprouve a Deus que primeiramente as Boas Novas do Evangelho fossem apregoada entre os judeus, em uma representação de cuidado a família com uma lição de que não devemos negligenciar nossa casa. Caso contrário, pode haver uma “desestrutura celular”: “Ide, as ovelhas perdidas da casa de Israel” Mt 10:5
Família Celeiro de Promessas
Foi em Jerusalém que se formou a grande comissão de discípulos que iriam impactar o mundo. Obedecendo a uma ordem de Jesus, ficariam na cidade até que do alto recebessem do derramamento do Espírito, predito pelo profeta Joel 2:28, 29. “Não se ausentem de Jerusalém, mas esperem a promessa do Pai, que (disse Ele), de mim ouvistes” At 1:4
Este foi o versículo que me inspirou a escrever este estudo. Ao iniciar a releitura de Atos, parei por alguns instantes nessa passagem. Era como se ela quisesse me revelar algo mais, ali havia um “selá”: Pare, medite, ouça, preste atenção. “Não se ausente de Jerusalém”, ecoa até hoje em meu ser como um ensinamento que não posso esquecer. Ele traduz em: Não negligencie, não esqueça, não abandone, cuide de seu lar. Tenho promessas para ele.
Permanecer reunidos em Jerusalém pode ser comparado a uma célula saudável, em pleno vigor. É como um núcleo pronto, equilibrando perfeitamente todos os componentes vivos. Reunidos, no grego é “homothumadon” (Dicionário strong pg.3661), significa: ser unânime, estar de acordo, ter unidade. Foi neste ambiente de cooperação celular, de equilíbrio, que os discípulos experimentaram o mover de Deus, línguas repartidas como de fogo, pousando sobre eles: “e estavam todos concordemente em um só lugar”At 2:1
“Permanecer em Jerusalém” é tornar a família em um ambiente concorde, onde reine o amor. Às vezes, o núcleo pode não ser os pais, mas avós, tios, parentes, não importa, o que vale é o papel que desempenha esse núcleo. Se os elementos funcionam bem, perfeitamente, haverá vida. Núcleo desestruturado precisará de remédio.
A Mudança Começa em Mim
Voltando a analogia da célula, no inicio do texto: Jerusalém funcionou como um núcleo, o ponto de equilíbrio que daria crescimento, fortalecimento, vida e proteção para todo o “corpo” (Igreja):“Porque de Sião sairá à lei, e de Jerusalém a Palavra do Senhor” Is 2:3
Jesus veio para toda a humanidade, mas escolheu começar seu ministério entre os seus, uma lição para os que anseiam ter uma família saudável, pronta para receber de Deus as promessas de salvação. Ele mesmo é quem fala para a Igreja, e todos que quiserem ouvir:“Serme-eis testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” At 1:8
Juntamente com tantos outros irmãos, sou testemunha de Jesus. Digo que Ele mudou o rumo de nossas vidas, nossa casa tornou-se diferente, melhor que antes. E pensar que tudo começou em Jerusalém. Compreendi a mensagem sobre “não se ausentar de Jerusalém”. Isto é precioso aos olhos de Deus, de outra forma, Ele não escolheria seu povo para ser o primeiro a ouvir as revelações do Reino de Deus. Em Cristo, oro para que haja vida abundante em cada família, que todos, concordemente estejam firmes em seus lugares, em harmonia e amor, como uma célula, de núcleo saudável.
Em Cristo.
Autor: Wilma Rejane
21 Perguntas Para um Possível Pretendente da Sua Filha
Um pai em minha congregação me perguntou que tipo de perguntas um pai deve fazer a um jovem que deseje cortejar sua filha. Uma coisa é afirmar que os pais devem ser ativos na proteção de suas filhas, mas outra bem diferente é descobrir que tipo de questões específicas é adequado se fazer. Na posição de pai de duas jovens, agora casadas com segurança, e como um pastor que frequentemente dá conselhos aos jovens antes mesmo que anunciem seus interesses e intenções, compilei esta lista que, embora não seja definitiva, deve servir como uma lista de ideias para se começar:
1. Fale-me sobre sua formação espiritual. Como você foi educado na igreja? Em que ponto sua experiência espiritual se tornou real para você? Alguma vez você teve um período de rebelião espiritual?
2. Qual foi a última vez em que você leu a Bíblia inteira ou pelo menos o Novo Testamento?
3. Você frequenta as reuniões da igreja todas as semanas?
4. Descreva o casamento dos seus pais para mim. Quais as lições de valor que você aprendeu dos seus pais? [Em caso de divórcio ou outros problemas conjugais graves] O que você aprendeu desses problemas? O que você aprendeu a não fazer? [Em casos em que o pai injustiçava a mãe] O que você fazia para ajudar e encorajar sua mãe?
5. Como é o seu relacionamento com o seu pai? E com a sua mãe?
6. Se eu tivesse como ouvir uma conversa do dia-a-dia entre você e a sua mãe, você concordaria que esse seria exatamente o modo como você irá tratar minha filha daqui a dez anos? Se sim, por quê? Se não, por quê?
7. Quantos irmãos e irmãs você tem? Como você se relaciona com eles?
8. Que tipo de trabalhador você é?
9. Quantos trabalhos você já teve em sua vida inteira, e o que os seus chefes pensavam sobre você? Eles lamentaram você ter de sair ou agradeceram por você ter ido embora?
10. O que você crê que Deus está lhe chamando a fazer como vocação? Daqui a dez anos, o que você acredita que estará fazendo?
11. Que passos você está seguindo para alcançar esse objetivo?
12. Qual foi a sua média na faculdade? Como assim?
13. Quanto dinheiro você conseguiu no ano passado? Você paga suas contas em dia? Você tem alguma dívida acumulada?
14. Por favor, descreva a natureza de suas dívidas (empréstimos para pagar os estudos, carro, casa, cartões de crédito, ou gastos com sites pornôs).
15. Falando em sites pornôs, você tem algum problema com pornografia?
16. Se tiver, por favor, descreva a natureza e a extensão do problema. [É importante aqui que os pais distingam entre as lutas constantes que um jovem normal provavelmente enfrenta, e o tipo de comportamento obsessivo que indica problemas muito mais profundos, como o desprezo pelas mulheres, ou uma viciosa falta de autocontrole. O casamento deverá corrigir o primeiro tipo de problema “normal”, mas irá apenas exacerbar o segundo tipo de problema patológico].
17. Há algo em sua história sexual que eu precise saber? Ter mantido relação sexual fora de um casamento antes ou mesmo depois de se tornar cristão? Um casamento arruinado? Ter vivido com uma garota dois anos antes de se tornar cristão? Viver com uma garota seis meses antes de se tornar cristão? Ter engravidado três garotas no colégio?
18. Você já participou, mesmo que apenas para experimentar ou por qualquer outro motivo, em qualquer perversão sexual? Homossexualismo? Molestar uma criança? Fazer sexo com animais?
19. Você já teve algum tipo de problema com a justiça?
20. Descreva minha filha para mim. Como você acha que ela é?
21. O que você acha mais atrativo nela? Você realmente acha que ela seria uma benção para você? Por que você acha que seria uma benção para ela?
Tradução: Márcio Santana Sobrinho
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